- Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira em queda de 1,65%, aos 192.888,96 pontos, pressionado por ADRs e ajustes pós-feriado.
- Petrobras avançou, com ganhos de 1,86% (ON) e 1,38% (PN); Vale caiu 1,7%, e o setor financeiro puxou as perdas, com Bradesco caindo 2,66% e Banco do Brasil 3,62%.
- Dólar fechou estável em R$ 4,97, diante da valorização global do dólar e da sessão de baixa na bolsa.
- Brent opera acima de US$ 100 o barril (US$ 102,86) e WTI avança para US$ 93,94, com o impasse entre EUA e Irã e interrupção no Estreito de Ormuz sustentando temores de inflação.
- Minério de ferro na China fechou cotado a US$ 114,70 por tonelada, com queda de 0,32% na Bolsa de Dalian.
- No Brasil, a CCJ aprovou por unanimidade a PEC que encerra a escala 6×1; o texto pode seguir para comissão especial e plenário ainda em maio, conforme o presidente da Câmara.
O Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira (22) em baixa de 1,65%, aos 192.888,96 pontos, após o feriado de Tiradentes. O movimento tratou de correção diante do recuo recente.
As ADRs brasileiras operaram em terreno negativo, pressionando o índice local na sessão.
Entre os ativos, Petrobras subiu 1,86% (ON) e 1,38% (PN), enquanto Vale recuou 1,7%. O setor financeiro puxou as perdas, com Bradesco caindo 2,66% e Banco do Brasil, 3,62%.
No câmbio, o dólar fechou estável em R$ 4,97, acompanhando a valorização global da moeda e a queda da bolsa doméstica.
Petróleo acima de US$ 100 e impasse entre EUA e Irã
O cenário internacional nesta quinta-feira (23) é de tensão, com o Brent acima de US$ 100 por barril e o WTI em alta, diante das negociações interrompidas entre EUA e Irã. A continuidade da suspensão no Estreito de Ormuz aumenta temores de pressão inflacionária global.
Brent para junho sobe 0,93%, para US$ 102,86 o barril, e WTI para junho avança 1,05%, a US$ 93,94.
Na China, o minério de ferro fechou em queda de 0,32% na Bolsa de Dalian, a US$ 114,70 por tonel.
Brasil: PEC 6×1 pode avançar no plenário ainda em maio
Em Brasília, a CCJ da Câmara aprovou por unanimidade a PEC que põe fim à escala 6×1. A proposta segue para comissão especial, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, indicou que o texto pode chegar ao plenário ainda em maio.
Especialistas estimam custos elevados da medida, com impactos relevantes para a indústria e o setor de serviços.
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