- O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) ficou em 89,1 pontos em abril, alta de 1,0 ponto e o maior nível desde dezembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
- A média móvel trimestral do ICC avançou 0,6 ponto, para 87,8 pontos.
- O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 2,1 pontos, para 76,0; o ISA teve alta na percepção da situação financeira atual da família (3,9 pontos) e na economia atual (0,3 ponto).
- O Índice de Expectativas (IE) cresceu 0,2 ponto, para 95,0 pontos, com o item situação financeira futura da família em 90,3 pontos (+0,9); compras previstas de bens duráveis caiu 0,3 ponto, para 82,5.
- Economista da FGV cita melhora na situação financeira das famílias de menor renda, inflação mais baixa e mercado de trabalho robusto como fatores que ajudam a avaliação dos consumidores.
O ICC (Índice de Confiança do Consumidor) alcançou 89,1 pontos em abril, alta de 1,0 ponto frente a março. O resultado representa o maior nível desde dezembro e aponta melhora na percepção das famílias, especialmente as de renda mais baixa.
A boa atuação foi puxada pela avaliação de situação atual, com o ISA subindo 2,1 pontos para 76,0. Entre os componentes, a percepção sobre a situação econômica da família subiu 3,9 pontos, para 95,0. O índice de expectativas avançou 0,2 ponto, para 90,3.
O IE (Índice de Expectativas) foi influenciado pela melhora na renda familiar futura, que avançou 0,9 ponto, para 90,3. Já o indicador de compras previstas de bens duráveis recuou 0,3 ponto, para 82,5. A divulgação ocorreu na manhã desta sexta-feira pela FGV IBRE.
Especialistas destacam que inflação mais baixa e mercado de trabalho sólido ajudam na leitura menos pessimista do consumidor. A isenção do imposto de renda, segundo analistas, pode ter gerado alívio pontual para famílias de menor renda.
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