- ETFs de Bitcoin negociados nos EUA chegaram a oito dias seguidos de entradas, somando US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) no período.
- Na quinta-feira, as entradas ficaram em US$ 223 milhões, com o ETF IBIT da BlackRock registrando US$ 167 milhões; ArkI Invest/21 Shares, Morgan Stanley e Grayscale também tiveram entradas, enquanto Fidelity, Bitwise e VanEck registraram saídas totalizando cerca de US$ 30 milhões.
- Os ETFs de Ethereum chegaram a dez dias seguidos de entradas, mas na quinta-feira houve déficit de US$ 76 milhões.
- Segundo CoinShares, o setor de fundos de ativos digitais vive a terceira semana seguida de fluxos positivos, elevando os ativos sob gestão a US$ 155 bilhões.
- Analista ressaltou que a melhoria de distribuição de ETFs no mercado americano aumenta a demanda, sem depender de catalisadores macro.
Os ETFs de Bitcoin à vista negociados nos EUA fecharam o oitavo dia seguido de entradas, somando US$ 2 bilhões no período. O levantamento é da plataforma SoSoValue e aponta otimismo no mercado de criptomoedas.
Na quinta-feira, 23, as entradas foram de US$ 223 milhões. O ETF IBIT, produto da BlackRock, puxou o fluxo com US$ 167 milhões. Outros produtos da ArkI Invest/21 Shares, Morgan Stanley e Grayscale também tiveram entradas.
Fundos da Fidelity, Bitwise e VanEck registraram saídas que totalizaram cerca de US$ 30 milhões no dia. Enquanto isso, os ETFs de Ethereum registraram dez dias consecutivos de entradas, mas apresentaram déficit de US$ 76 milhões na quinta.
Panorama de fluxos e atuação de grandes gestoras
No começo da semana, a CoinShares apontou a terceira semana seguida de fluxos positivos em ativos digitais, levando o total de ativos sob gestão a US$ 155 bilhões.
Analistas comentam que a ampliação do acesso a ETFs de Bitcoin por grandes gestoras facilita a captação de demanda. A Morgan Stanley foi citada entre as novas plataformas, com impacto na liquidez do mercado.
A demanda por produtos ligados a criptomoedas vem sendo vista sem depender de catalisadores macro. O fortalecimento da distribuição em Wall Street é apontado como razão da persistência dos fluxos, segundo especialistas.
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