- O diretor da CBO, Phillip Swagel, fala sobre o panorama fiscal de longo prazo dos Estados Unidos.
- O organismo revisou o seu cenário de dez anos após mudanças recentes na política tarifária norte-americana.
- A revisão ocorreu depois de a Suprema Corte ter derrubado as tarifas globais propostas pelo governo.
- Swagel também comenta o impacto de uma resposta militar dos EUA no Irã sobre as projeções fiscais.
- A entrevista foi gravada para a edição tardia do programa da Bloomberg, Balance of Power, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
O diretor do CBO, Phillip Swagel, detalhou a projeção fiscal de longo prazo dos EUA e as mudanças feitas no cenário de 10 anos pelo órgão. A entrevista ocorreu no encerramento do programa Balance of Power da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
Swagel explicou que o órgão revisou a perspectiva fiscal após decisões judiciais sobre tarifas globais e após o anúncio de medidas do governo envolvendo o Irã. Ele destacou que as revisões refletem novas premissas de receitas e despesas públicas.
Segundo o diretor, as mudanças afetam principalmente estimativas de déficits futuros, de forma a alinhar os números com decisões administrativas e eventos geopolíticos recentes. O CBO permanece atento a impactos em receitas, gastos federais e dívida pública.
A conversa com apresentadores da Bloomberg abordou o cenário político e econômico que molda o orçamento. Swagel frisou que o objetivo é manter previsões transparentes e úteis para formuladores de políticas e o público.
A entrevista foi veiculada na edição tardia do Balance of Power, sem participação de autoridades fora do CBO. As informações ajudam a entender a base técnica por trás das projeções fiscais dos EUA.
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