- Bolsas da Europa fecharam em queda contida, com o Stoxx 600 em -0,31%, DAX em -0,19%, FTSE 100 em -0,56% e CAC 40 em -0,19%.
- O pessimismo reflete dúvidas sobre a viabilidade de um acordo entre Estados Unidos e Irã, mantendo a cautela dos investidores e sustentando a alta do petróleo.
- Trump afirmou que não enviou representantes para as negociações entre EUA e Irã no Paquistão; o Irã disse não haver novas conversas agendadas.
- O site Axios reportou que Teerã apresentou proposta para reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar a guerra, mas sugeriu adiar negociações nucleares.
- Principais bancos centrais devem anunciar políticas nesta semana (BCE, BoE, BoJ e Fed); traders acompanham sinais sobre resposta ao choque do petróleo.
- Barclays espera que o BCE mantenha as taxas, enquanto o Bank of America prevê manutenção das atuais taxas pelo BoE, citando incertezas sobre o conflito e seus impactos.
Os principais índices acionários europeus fecharam em queda nesta segunda-feira, em linha com o desempenho observado nas bolsas americanas. O humor do investidor permaneceu cauteloso diante de dúvidas sobre a viabilidade de um acordo entre EUA e Irã, com o petróleo avançando na sessão. A agenda de decisões de bancos centrais ao longo da semana também adicionou incerteza aos mercados.
O Stoxx 600 caiu 0,31%, fechando aos 608,76 pontos. O DAX, de Frankfurt, recuou 0,19%, para 24.083,53 pontos. O FTSE 100, de Londres, cedeu 0,56%, aos 10.321,09 pontos. O CAC 40, de Paris, ficou em 8.141,92 pontos, queda de 0,19%.
Trump disse no sábado que não enviou representantes americanos para as negociações que ocorreriam no Paquistão. O Irã, por meio do porta-voz Esmaeil Baqaei, informou que não há novas conversas agendadas. Ainda assim, o site Axios indicou que Teerã apresentou proposta sobre o Estreito de Ormuz e o fim da guerra, com possível adiamento das negociações nucleares.
A agenda desta semana inclui decisões de política monetária do BCE, BoE, BoJ e Fed. Analistas aguardam como as autoridades reagirão ao choque do petróleo, que impacta inflação e crescimento.
O Barclays espera o BCE manter as taxas e manter a flexibilidade, sem sinal de alta em junho. Já o BofA tende a confirmar o status quo do BoE, em votação de 7 a 2, citando incertezas sobre a duração do choque e impactos no crescimento.
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