- Captação de recursos do Tesouro Nacional em março foi recorde, totalizando R$ 14,79 bilhões em 1.224.134 operações.
- O mês teve resgates e vencimentos de R$ 11,01 bilhões, resultando em saldo positivo de R$ 3,78 bilhões (emissão líquida).
- Títulos indexados à Selic foram os mais buscados, somando R$ 7,8 bilhões (52,7% do total).
- Títulos atrelados à inflação somaram R$ 4,8 bilhões (32,1%), enquanto os prefixados alcançaram R$ 2,2 bilhões (15,1%).
- Em março de 2026, o Tesouro informou 3.418.225 investidores ativos, com queda de 38.986 entradas no mês, mas aumento de 16,0% em 12 meses.
O Tesouro Nacional registrou captação recorde em março: 1,224 milhão de operações de investimento em títulos totalizaram 14,79 bilhões de reais. O mês apresentou resgates e vencimentos de 11,01 bilhões, resultando em emissão líquida de 3,78 bilhões.
Ao longo de março, 45,6% das aplicações foram de até 1 mil reais, enquanto a média por operação ficou em 12.083,06 reais. O maior volume de venda ficou com títulos indexados à Selic, somando 7,8 bilhões (52,7% do total).
Distribuição por tipo de título
Títulos atrelados à inflação chegaram a 4,8 bilhões (32,1%), incluindo Tesouro IPCA+ e variantes com Juros Semestrais. Títulos prefixados somaram 2,2 bilhões (15,1%).
A Selic, hoje em 14,75% ao ano, foi o principal foco de demanda. O Copom reúne-se nos dias 28 e 29 de abril para decidir sobre a taxa.
O Tesouro informou que, em março de 2026, o número de investidores ativos foi de 3.418.225, queda de 38.986 frente ao mês, devido aos vencimentos. Na comparação anual, houve aumento de 16,0%.
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