- O Governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa projeto de lei em regime de urgência para alterar a Lei nº 7.845/2026, que fortalece o BRB, retirando dois imóveis da lista de ativos passíveis de uso.
- Os imóveis excluídos são: um terreno no SIA Trecho Serviço Público LT G, usado para serviços de saúde, e a Gleba “A” na Serrinha do Paranoá, com cerca de 716 hectares.
- A justificativa aponta restrições ambientais ou de destinação que impedem a utilização dos imóveis em venda, transferência, permuta ou integralização de capital, conforme possibilitado pela lei.
- O texto corrige falha apontada pela Secretaria de Economia na versão original e mantém as demais medidas para recomposição do patrimônio líquido do BRB.
- O governo afirma que a mudança não gera impacto orçamentário e a Câmara não tem prazo definido para apreciar o projeto, que tramita em regime de urgência.
O Governo do Distrito Federal (GDF) enviou à Câmara Legislativa (CLDF) um projeto de lei em regime de urgência para ajustar a Lei nº 7.845/2026, que estabelece medidas para reforçar o patrimônio do BRB. A proposta, de Celina Leão (PP), retira dois imóveis da lista de ativos elegíveis para operações de reforço de capital.
A mudança corrige indicação da área técnica da Secretaria de Economia, que apontou impedimentos legais e ambientais nos bens. Os imóveis excluídos ficam no Anexo Único da lei.
Os imóveis que deixam de integrar a lista são: um terreno no SIA Trecho Serviço Público LT G, utilizado para atendimento de saúde, e a Gleba “A” na Serrinha do Paranoá, com aproximadamente 716 hectares.
A justificativa, enviada à governadora, aponta restrições ambientais e de destinação que impedem uso em venda, transferência, permuta ou integralização de capital, conforme previsto na legislação.
Segundo o governo, a alteração não implica impacto orçamentário aos cofres públicos. A tramitação em regime de urgência foi pedida com base na Lei Orgânica do DF, para análise rápida pela CLDF. Não há prazo definido para aprovação.
Impostos e objetivos
O BRB é acionista controlador do DF, que busca recompor seu patrimônio líquido. A lei sancionada em 10 de março de 2026 autoriza o uso de bens móveis e imóveis, a formação de fundos de investimento e outras formas de negociação de ativos.
Próximos passos
O projeto já tramita na Câmara, sob regime de urgência. A avaliação envolve potencial readequação do conjunto de ativos que podem financiar o BRB, mantendo o eixo da política pública sem comprometer recursos públicos.
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