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Durigan debate Desenrola 2.0 com bancos; Planalto pressiona agenda

Durigan se reúne com bancos em São Paulo para tratar o Desenrola 2.0; Planalto pressiona lançamento rápido diante do recorde de endividamento familiar

Dario Durigan, ministro da Fazenda
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participou de reunião com presidentes de bancos públicos e privados para tratar do Desenrola 2.0, no início desta segunda-feira, em São Paulo.
  • Estiveram presentes Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, BTG e o presidente da Febraban, Isaac Sidney.
  • O Planalto tem pressa para colocar as medidas em prática o mais rápido possível, para que os efeitos cheguem à população, especialmente diante das sondagens do presidente Lula.
  • Há expectativa de que Durigan se pronuncie sobre a reunião e o programa na tarde desta segunda, na sede do Ministério da Fazenda em São Paulo.
  • Dados do Banco Central mostram que o endividamento das famílias chegou a 49,9% em fevereiro, o maior da série, com o comprometimento da renda em 29,7%.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reuniu-se nesta segunda-feira com presidentes de bancos públicos e privados para discutir os detalhes do Desenrola 2.0. O encontro ocorreu na sede da Fazenda, em São Paulo.

Participaram representantes da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, BTG, além do presidente da Febraban, Isaac Sidney. A pauta central foi alinhar etapas do programa de enfrentamento do endividamento.

A expectativa é de que Durigan se pronuncie sobre a reunião e o Desenrola 2.0 ainda nesta tarde. O Planalto avalia com urgência a implementação das medidas no curto prazo.

Segundo apurações, o governo quer acelerar o envio das medidas para a população, impulsionado pelo cenário de aprovação de Lula junto aos eleitores. A pressa se baseia na necessidade de ampliar impactos sociais.

Dados do Banco Central mostram elevação do endividamento das famílias, que chegou a 49,9% em fevereiro, maior patamar histórico. O comprometimento da renda atingiu 29,7% no mês, alta de 0,2 p.p. frente a janeiro.

A reportagem destacou que o governo encara o endividamento como entrave para a implementação de medidas, inclusive a isenção ampliada do IR. As informações são da CNN Brasil, com base em dados oficiais.

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