- O FGTS poderá ser usado no Desenrola 2.0 dentro de limites definidos para evitar o superendividamento.
- Não é exigido que o saldo cubra integralmente a dívida; haverá um saque limitado a um percentual do valor disponível no fundo.
- O uso do FGTS estará vinculado ao pagamento de dívidas dentro do programa, respeitando as restrições estabelecidas.
- O ministro Durigan afirmou que o governo não recuou na proposta e que a possibilidade segue em estudo.
- O Desenrola 2.0 busca facilitar a negociação entre devedores e credores para reduzir o peso da dívida na renda familiar.
O ministro Dario Durigan afirmou nesta segunda-feira, 27 de abril de 2026, em Brasília, que o FGTS poderá ser utilizado no Desenrola 2.0 dentro de limites definidos para evitar o superendividamento da população. A medida visa flexibilizar o acesso ao fundo, desde que respeitadas regras de uso.
Não haverá exigência de que o saldo do FGTS cubra integralmente a dívida para permitir o saque. O governo planeja estabelecer um limite, calculado como um percentual do valor disponível no fundo, que ficará vinculado ao pagamento de dívidas no âmbito do programa.
Durigan negou qualquer recuo na proposta de permitir o uso do FGTS no Desenrola 2.0. Segundo ele, o governo continua avaliando a medida, com mais detalhes a serem anunciados pelo presidente em breve. O objetivo é facilitar negociações entre devedores e credores.
O Desenrola 2.0 busca reduzir o número de famílias com renda comprometida por dívidas, promovendo acordos entre devedores e credores para melhorar a realidade financeira de parcelas devedoras.
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