- O preço do gás de cozinha subiu pela sexta semana consecutiva, segundo a ANP, atingindo mais de R$ 114.
- A média passou de R$ 109 no meio de março para mais de R$ 114, representando um aumento de cerca de 4,28%.
- O aumento ocorre em meio a uma alta no precio do petróleo no mercado internacional, impactando o GLP.
- O governo federal criou um subsídio de R$ 330 milhões para o gás de cozinha, pagando R$ 850 por tonelada importada, para reduzir o custo ao consumidor.
- Mesmo com o incentivo, quem usa o botijão para trabalhar sente a queda nos ganhos devido aos reajustes.
O preço do gás de cozinha subiu pela sexta semana seguida, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A persistência da alta ocorre mesmo com um incentivo do governo para reduzir o custo aos consumidores. A pressão vem do cenário global, com o conflito no Oriente Médio impactando o mercado de petróleo e GLP.
A prática impacta diretamente quem depende do botijão para trabalhar, incluindo trabalhadores e empresários de pequenas atividades associadas ao uso de GLP, em São Paulo e no restante do Brasil. O efeito é sentido tanto na linha de frente das lojas quanto na gestão de custos de quem utiliza o gás na produção diária.
A média de preço do gás de cozinha saiu de cerca de R$ 109 no meio de março para acima de R$ 114, em um aumento de aproximadamente 4,28%. Esse movimento acompanha a elevação do petróleo no mercado internacional decorrente do conflito armado na região.
Medidas do governo
Para mitigar o impacto, o governo federal lançou um subsídio de 330 milhões de reais para o gás de cozinha, permitindo um preço subsidiado de 850 reais por tonelada importada. Na prática, o incentivo deve reduzir o preço final em cerca de 30% para parte das aquisições.
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