- O volume de indenizações do seguro habitacional em Minas Gerais cresceu 21,9% em janeiro, ante o mesmo mês de 2025, totalizando R$ 12,4 milhões.
- A Caixa Seguradora foi a maior pagadora, com R$ 4,8 milhões, seguida pela Bradesco Seguros (R$ 2,9 milhões) e pela SulAmérica (R$ 1,7 milhão), representando cerca de setenta por cento do total.
- O aumento reflete maior procura pelo seguro, que quita ou amortiza financiamentos em casos de morte ou invalidez e cobre danos estruturais aos imóveis.
- Dados do Banco Central indicam que Minas Gerais teve expansão de 15% na concessão de crédito imobiliário em janeiro, contribuindo para o crescimento de contratos.
- O seguro habitacional é obrigatório para quem contrata financiamento pela Caixa, mas a escolha da seguradora fica a critério do mutuário.
O seguro habitacional em Minas Gerais registrou crescimento de 21,9% em janeiro, segundo a Susep. O valor total de indenizações pagas no estado chegou a R$ 12,4 milhões, ante R$ 10,2 milhões em janeiro de 2025. A alta acompanha maior procura pelo produto.
O seguro garante a quitação ou amortização de financiamentos em casos de morte ou invalidez, além de cobrir danos estruturais aos imóveis. Trata-se de proteção relevante para mutuários em cenário de instabilidade econômica e desemprego.
A Caixa Seguradora foi a maior pagadora em MG, com R$ 4,8 milhões, seguida pela Bradesco Seguros, com R$ 2,9 milhões, e pela SulAmérica, com R$ 1,7 milhão. Juntas, essas seguradoras respondem por cerca de 70% do total.
Dados do mercado
O crescimento também acompanha o aumento de contratos de financiamento imobiliário na região. Dados do Banco Central apontam alta de 15% na concessão de crédito imobiliário em janeiro, frente ao mesmo mês de 2025.
O seguro habitacional é obrigatório para quem contrata financiamento por meio da Caixa, mas pode ser contratado de forma independente com outras seguradoras. A escolha da seguradora fica a critério do mutuário.
A tendência é de continuidade do crescimento nos próximos meses, impulsionada pela demanda por imóveis e pela expansão do crédito imobiliário na região. As informações são de fontes oficiais vinculadas ao setor segurador.
Por Rodrigo Oliveira
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