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Valdivino afirma que vão cortar tudo o que for supérfluo

Secretário de Economia do DF afirma que cortes de gastos supérfluos visam conter o déficit do BRB e manter a liquidez até o fim do ano

Valdivino Oliveira, secretário de Economia do Governo do DF, é o entrevistado do CB.Poder desta segunda-feira (27/4) - (crédito: Reprodução)
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  • Valdivino Oliveira, secretário de Economia do Distrito Federal, afirmou que a prioridade é cortar gastos em áreas supérfluas para evitar um déficit no BRB.
  • Uma das ações em andamento foi aumentar o fluxo de caixa do governo para fortalecer a liquidez do BRB, considerado banco oficial do governo.
  • O objetivo é manter a saúde financeira do BRB até o prazo definido pelo Banco Central, para que seja visto como recuperado.
  • O secretário aponta que a fragilidade do BRB poderia afetar o sistema financeiro brasileiro, destacando a importância de salvar o banco para o país.
  • O déficit orçado para este ano, devido ao gasto de custeio, fica em torno de R$ 5 bilhões, com gastos de custeio estimados em cerca de R$ 20 bilhões e receitas previstas em cerca de R$ 16 bilhões; cortes visam reduzir esse desequilíbrio.

O secretário de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), Valdivino Oliveira, comentou sobre ações do governo para regularizar as contas do BRB, o Banco de Brasília. O objetivo é conter o déficit vinculado à instituição e evitar impactos ao sistema financeiro local. A estratégia envolve cortes de gastos em áreas consideradas supérfluas.

Oliveira explicou que o governo tem o BRB como banco oficial, utilizado para pagamento de servidores, recebimentos e investimentos públicos. A prioridade é fortalecer a liquidez do banco para manter sua saúde até o prazo definido pelo Banco Central.

A origem do déficit, segundo o secretário, está associada ao modelo anterior de gestão da Secretaria de Economia e à falta de controle de gastos entre os órgãos do GDF. A atual linha é reduzir despesas desnecessárias para reforçar o caixa do BRB.

Dados orçamentários e medidas

A previsão de gastos de custeio do GDF para este ano é de cerca de R$ 20 bilhões, enquanto a arrecadação projetada fica em torno de R$ 16 bilhões, gerando um déficit próximo de R$ 5 bilhões. A ideia é cortar o que não for essencial.

Além de eliminar patrocínios, serão revisados contratos com “gorduras” e ajustes em setores onde há gastos supérfluos. A iniciativa visa liberar o maior saldo possível para o BRB.

O que muda na prática

A gestão defende que reduzir gastos supérfluos não compromete serviços essenciais. As ações, ainda segundo o secretário, buscam fortalecer a liquidez do BRB e, com isso, resguardar o sistema financeiro brasileiro.

A divulgação ocorreu em meio a entrevistas com jornalistas do veículo, mantendo o tom técnico e sem manifestações políticas. O objetivo é informar de forma objetiva sobre as medidas adotadas pelo governo.

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