- A sustentabilidade passou a influenciar decisões econômicas, indo além da reputação, com impactos na competitividade, crédito e estratégia empresarial no Horizons 2026.
- O evento promovido pela FIA Business School reúne executivos, investidores, bancos, startups, academia e setor público para discutir a transição sustentável como motor de produtividade e inovação.
- Temas centrais incluem transição energética, bioeconomia e governança financeira, em um momento de reconfiguração de cadeias globais de produção.
- Especialistas destacam que o mercado exige evidências de preparo e execução, e que empresas com maior risco climático ou rastreabilidade baixa enfrentam restrições de crédito e barreiras de mercados.
- A diretora Monica Kruglianskas afirma que decisões de longo prazo hoje impactam investimentos, energia e acesso a mercados, destacando a necessidade de coordenação entre política pública, sistema financeiro e setor produtivo.
Horizons 2026 – Inovabilidade em Ação reuniu líderes de setores distintos para discutir como a sustentabilidade molda decisões econômicas globais. O evento, promovido pela FIA Business School, ocorre em um momento em que cadeias produtivas passam por reconfiguração e o capital já é alocado com critérios ambientais e regulatórios em mente.
A proposta central é transformar desafios estruturais como transição energética, bioeconomia e governança financeira em motores de produtividade e inovação. Executivos, investidores, bancos, startups, academia e poder público participam do encontro para debater caminhos práticos rumo à nova economia.
O que muda na prática fica claro na agenda do encontro: decisões de investimento, financiamento e operação começam a depender da capacidade de adaptação das empresas às exigências ambientais e regulatórias. Evidências de preparo passam a sustentar acesso a crédito e mercados.
A diretora de Sustentabilidade e Parcerias da FIA, Monica Kruglianskas, aponta uma reorganização da economia global. Segundo ela, ações de longo prazo impactam hoje energia, investimentos e acesso a mercados, definindo competitividade.
Outro eixo do Horizons 2026 é a coordenação entre governo, sistema financeiro e setor produtivo. A meta é reduzir a fragmentação de iniciativas e viabilizar soluções em ambientes de alta incerteza. Tecnologia, finanças e operação devem andar juntas.
Horizontes para a nova economia
A organização de iniciativas integradas aparece como condição para sustentar crescimento corporativo. Empresas com maior rastreabilidade de cadeias de suprimentos e menor exposição a riscos climáticos enfrentam condições de crédito mais estáveis.
Papel da coordenação entre atores
O evento enfatiza que políticas públicas alinhadas a práticas financeiras e produtivas fortalecem a capacidade de as organizações operarem com segurança energética e conformidade regulatória. Isso, por sua vez, sustenta continuidade dos negócios em cenários desafiadores.
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