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Itaú, Vale e Accenture lideram ranking de melhores para crescer no Brasil

LinkedIn Top Companies 2026 aponta Itaú, Vale e Accenture como melhores para crescer no Brasil, com IA e planejamento estratégico ampliando oportunidades

Itaú
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  • Itaú Unibanco, Vale e Accenture lideram o LinkedIn Top Companies 2026 para crescimento no Brasil.
  • Vale oferece salto para a segunda posição; top cinco também inclui Boston Consulting Group (BCG) e IBM.
  • O levantamento foi feito com dados de 2025, considerando contratações, promoções e desenvolvimento de competências.
  • Os oito critérios usados incluem potencial de avanço profissional, desenvolvimento de competências, diversidade e estabilidade na empresa.
  • O estudo destaca que a inteligência artificial está influenciando a forma como as empresas contratam e desenvolvem talentos.

O Itaú Unibanco, a Vale e a Accenture lideram o ranking LinkedIn Top Companies 2026, que aponta onde há maiores oportunidades de crescimento no Brasil. O estudo, na sua 10ª edição, usa dados de 2025 da plataforma para monitorar evolução de carreira, desenvolvimento de competências e diversidade. As três primeiras posições repetem posições históricas do levantamento.

A Vale saltou para a segunda posição neste ano, enquanto a Accenture aparece em terceiro lugar. Entre as dez primeiras, também integram o ranking o Banco B do Brasil, o Google e a Vivo, entre outros. O estudo evidencia a presença de grandes empresas digitais na disputa por talentos.

O LinkedIn destaca que o avanço da inteligência artificial altera a forma de contratar, tornando as competências centrais para a progressão na carreira. Segundo Guilherme Odri, editor-chefe do LinkedIn Notícias Brasil, profissionais passam a priorizar empresas que investem em desenvolvimento e trajetórias estáveis a longo prazo.

Como é feito o levantamento

O estudo utiliza dados da própria plataforma compilados ao longo de 2025, incluindo contratações, promoções e desenvolvimento de competências. Não entram no ranking agências de recrutamento, instituições de ensino, órgãos públicos ou o LinkedIn.

Empresas com menos de 5 mil funcionários ou com menos de 500 alocados no Brasil, e aquelas com rotatividade superior a 10%, ficam de fora. A classificação considera oito critérios: potencial de avanço, desenvolvimento de competências, estabilidade, oportunidades externas, afinidade com a empresa, diversidade de gênero, formação acadêmica e presença de funcionários no país.

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