- A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, admite a possibilidade de reajuste da gasolina se o Congresso cortar impostos.
- O governo planeja usar dinheiro extra obtido com o petróleo alto para reduzir PIS e Cofins, buscando evitar o encarecimento da gasolina nas bombas durante o ano de eleição.
- O movimento ocorre em meio à alta do petróleo causada pela guerra no Irã, que já soma dois meses.
- A Petrobras diz não estar sob pressão imediata para comprar combustível no exterior, pois boa parte da gasolina é produzida internamente.
- A empresa garante que não repassa a instabilidade internacional aos motoristas brasileiros e que as falas do presidente dos Estados Unidos não ditam preços no Brasil.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou a possibilidade de reajuste no preço da gasolina caso haja corte de impostos pelo Congresso. Segundo ela, a redução tributária pode abrir espaço para aumento de preços sem impactar o consumidor no curto prazo.
O governo federal avalia usar a renda adicional gerada pelo petróleo alto para reduzir o PIS e a Cofins, com o objetivo de evitar o encarecimento da gasolina nas bombas durante o ano de eleição. A medida busca manter a estabilidade de preços no mercado interno.
O movimento ocorre em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Irã, que já completou dois meses. A Petrobras informou não estar sob pressão imediata para comprar combustível no exterior, pois sua gasolina não depende de importação líquida. O etanol também atua como complemento ao abastecimento interno.
A estatal ressaltou que não pretende repassar a instabilidade internacional aos motoristas e que a política de preços continua alinhada aos ajustes do mercado externo. As declarações também destacam que as falas do presidente dos EUA não determinam a atuação da Petrobras.
Com informações da Reuters
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