- A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a projeção indica queda dos preços do petróleo e de derivados, com o barril em torno de US$ 70 até o fim do ano.
- Ela destacou que os efeitos da guerra, que já duram dois meses, não devem desaparecer rapidamente.
- A Petrobras se prepara para um cenário de preços baixos e afirma que seus projetos precisam ser resilientes a essa condição.
- Sobre a paridade de importação, Chambriard disse que a empresa trabalha com diferentes cenários de preços para reduzir a volatilidade no mercado doméstico.
- Desde maio de 2023, a Petrobras deixou de seguir a paridade de importação e passou a adotar uma estratégia de preços que considera o valor máximo que o cliente está disposto a pagar e o mínimo que a empresa aceita receber.
Nessa terça-feira (28), a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a projeção da empresa aponta queda nos preços do petróleo e de derivados, com o barril em torno de 70 dólares até o final do ano. A fala foi feita no Brasil e reflete cenário internacional de volatilidade.
Chambriard destacou que os efeitos da guerra que perduram há dois meses não devem desaparecer rapidamente, o que impacta o planejamento da estatal. A estratégia, segundo ela, é manter a empresa preparada para preços baixos.
A dirigente ressaltou que a Petrobras trabalha com diferentes cenários de preços para reduzir o impacto da volatilidade no mercado doméstico. A ideia é manter a reserva de preço adequada frente os fluxos globais.
Paridade de Importação e estratégias de preços
A CEO explicou que a empresa revisa constantemente a relação entre custos e preços aceitos pelo consumidor, buscando resiliência a oscilações externas. A prática visa equilibrar oferta interna com o ambiente de mercado.
Desde maio de 2023, a Petrobras deixou de seguir a paridade de importação (PPI) e passou a adotar uma política de preços que considera o valor máximo pelo qual o cliente está disposto a pagar e o mínimo que a empresa aceita receber.
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