- Em março, a arrecadação com PIS/Cofins ficou em R$ 48,1 bilhões, alta de 4,35% frente a março de 2025; nos primeiros três meses, a alta é de 5,60%.
- A Receita Federal aponta que o aumento está relacionado ao setor de serviços, que tem mostrado resiliência no comportamento.
- Também influenciou o desempenho a extinção do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), que desonerava empresas de eventos e turismo.
- A arrecadação federal com dividendos, sob a nova regra de isenção para quem ganha até R$ 5 mil, somou R$ 464 milhões nos primeiros três meses; apenas em março foram R$ 308 milhões.
- Já o IRRF de Rendimentos do Trabalho registrou queda no acumulado do ano, com arrecadação de R$ 67,7 bilhões de janeiro a março, ante R$ 68,1 bilhões em 2025, a valores corrigidos.
A Receita Federal informou que a alta da arrecadação com PIS/Cofins em março está relacionada ao setor de serviços, que tem mostrado resiliência no comportamento. O aumento também foi influenciado pelo fim do Perse, o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos.
Segundo o coordenador de Previsão e Análise, Marcelo Gomide, o desempenho do setor de serviços contribuiu para a alta. Ele destacou a recuperação gradual do segmento, após dois anos de impactos setoriais.
A arrecadação com PIS/Cofins totalizou 48,1 bilhões de reais em março, alta de 4,35% na comparação com igual mês de 2025. Nos três primeiros meses do ano, o crescimento ficou em 5,60% a preços corrigidos.
Sobre a tributação de dividendos, Gomide informou que, sob a nova regra de isenção para quem ganha até 5 mil reais, o total foi de 464 milhões de reais nos primeiros três meses de 2026. Em março, o valor contabilizado foi de 308 milhões de reais.
Já o IRRF de Rendimentos do Trabalho registrou queda no acumulado do ano, conforme avaliações técnicas da Receita. Entre janeiro e março, a arrecadação ficou em 67,7 bilhões de reais, ante 68,1 bilhões de reais em igual intervalo de 2025, ajustados pela inflação.
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