- Spotify teve queda de até 15% na bolsa após prever segundo trimestre abaixo das estimativas, maior recuo desde fevereiro de 2022, com a capitalização em torno de 75,9 bilhões de euros.
- A empresa informou maior gasto em marketing para novas funcionalidades, além de uma desaceleração do crescimento nos principais mercados da Europa e da América do Norte; a previsão de receita operacional é de 630 milhões de euros no trimestre, frente a 674,3 milhões estimados pelo mercado.
- As ações caíram cerca de 26% no ano até agora; investidores questionam o ritmo para lidar com a IA e reduzir custos.
- Enfrenta pressão competitiva de YouTube, Amazon e Meta, em um contexto de mudanças na indústria musical, com a possível aquisição da Universal Music Group (UMG) pela Pershing Square avaliada em cerca de 55,8 bilhões de euros.
- Do lado operacional, as receitas do trimestre somaram 4,5 bilhões de euros nos três primeiros meses do ano; usuários ativos mensais atingiram 761 milhões; assinantes pagantes somaram 293 milhões, com previsão de 299 milhões de assinantes premium no próximo trimestre.
Spotify sofre forte queda após previsão decepcionante para o segundo trimestre. A empresa sueca viu suas ações recuarem até 15%, a maior queda desde fev de 2022, em meio a receios de investidores sobre crescimento e custos. A capitalização de mercado ficou próxima de 75,9 bilhões de euros.
A companhia afirmou que planeja gastar mais em marketing para lançar novas funções, ao mesmo tempo em que prevê desaceleração de crescimento na Europa e América do Norte. A referência de receita operativa para o trimestre atual ficou em 630 milhões de euros, abaixo da previsão de 674,3 milhões.
Desde o início do ano, as ações caíram cerca de 26%. Analistas citam dúvidas sobre o caminho a seguir em IA e cortes de custos, além da pressão de clientes fazerem frente a rivais como YouTube, Amazon e Meta.
Resultados mostram esforço de transição de liderança, com novos codiretores executivos no comando após a saída do cofundador Daniel Ek. Citi Research disse que o não alcance das previsões de subscrições e de lucro explica o movimento de baixa.
A empresa informou 761 milhões de usuários ativos mensais, acima do esperado, e 293 milhões de assinantes pagos, também acima da projeção de mercado. Para o trimestre, a previsão é de 299 milhões de assinantes premium.
O lucro bruto permanece desafiador, com mercados monitorando a capacidade da empresa de combinar IA, inovação e eficiência de custos. O setor musical vive pressão competitiva e movimentações estratégicas relevantes.
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