- O IGP-M subiu 2,73% em abril, conforme a FGV/Ibre, acelerando em relação a 0,52% em março; acumula 2,93% no ano e 0,61% em 12 meses.
- A alta foi puxada por choques nos preços de matérias-primas e combustíveis, ligados ao conflito no Estreito de Ormuz, afetando atacado, consumo e construção.
- IPA, que responde por 60% do IGP-M, avançou 3,49% no mês, impulsionado por Matérias-Primas Brutas (+5,78%), com efeitos na cadeia petroquímica e derivados.
- IPC, com peso de 30%, subiu 0,94% em abril, puxado pelo aumento de combustíveis, sendo a gasolina +6,3% e o diesel +14,9%; o grupo Transportes teve a maior variação (de 0,61% para 2,26%).
- INCC, responsável por 10% do índice, acelerou para 1,04%, pressionado por alta de materiais e equipamentos, como massa de concreto e tubos de PVC.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acelerou para 2,73% em abril, divulgados pela FGV/Ibre. Em março, o indicador havia sido de 0,52%. No acumulado do ano, o IGP-M subiu 2,93%; em 12 meses, 0,61%.
A pressão veio dos preços de matérias-primas e combustíveis, influenciados pelo conflito no Estreito de Ormuz. Os choques impactaram a cadeia produtiva e o ritmo de reajustes no atacado, no consumo e na construção civil.
O IPA, que responde por 60% do IGP-M, subiu 3,49% em abril. Matérias-primas brutas avançaram 5,78%, afetando a petroquímica e produtos derivados, como plásticos. O IPC, com peso de 30%, ficou 0,94% mais caro, puxado por combustíveis.
A gasolina subiu 6,3% e o diesel 14,9%, elevando o grupo Transportes. A variação do IPC foi o principal motor de alta mensal, contribuindo para a elevação do IGP-M. O INCC, com peso de 10%, acelerou para 1,04%.
Impactos setoriais
O incremento reflete custos mais elevados ao consumidor final em determinados itens. A alta de matérias-primas e energia deve influenciar preços em setores ligados à construção e indústria. Dados completos acompanham o desdobramento mensal do índice.
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