- O petróleo atingiu o maior nível do mês em meio ao impasse entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
- A aversão a ativos de risco voltou a dominar as mesas de operação pela falta de avanços nas negociações entre os dois países.
- Bolsas no Brasil e em Nova York foram penalizadas pela insegurança e pela tensão entre as nações.
- O dia marcou dois meses desde o início do conflito, com investidores cautelosos antes das decisões de juros do Federal Reserve e do Comitê de Política Monetária.
O petróleo atingiu o maior nível do mês, puxado pelo impasse nas negociações entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. A ausência de avanços eleva a pressão sobre o preço da commodity.
A cautela voltou às mesas de operação diante da falta de acordo entre as partes. Investidores apostaram em movimento defensivo diante da continuidade das tensões regionais.
Bolsas no Brasil e em Nova York tiveram quedas moderadas, refletindo o ambiente de aversão a ativos de risco. O mercado aguarda as decisões de juros do Federal Reserve, nos EUA, e do Copom, no Brasil.
A dois meses do início do conflito, analistas destacam que o cenário geopolítico continua sendo o principal motor de volatilidade. Expectativas para a intervenção monetária se mantêm como vetor de análise.
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