- O índice Nifty subiu 8,3% em abril, mas o repique não anima o mercado, já que o MSCI Asia Pacific avança mais de 13% no mesmo período.
- Saídas líquidas de investidores estrangeiros seguem, somando 4,2 bilhões de dólares em abril.
- Ônibus de petróleo em alta e maior demanda externa pressionam a economia dependente de energia e o câmbio, mantendo o rupee sob pressão.
- Os caminhos globais não ajudam: ações asiáticas em queda e o petróleo em alta; o ex-presidente Donald Trump afirmou que não retirará o bloqueio naval do Irã sem acordo nuclear.
- Tema local: resultados de Hindustan Unilever e Adani Enterprises ganham atenção; pesquisas indicam pequena vantagem de Modi sobre o rival em West Bengal, sinalizando possibilidade de governo no estado pela sua coalizão.
Ações indianas avançaram em abril, marcando a primeira alta mensal desde novembro. O Nifty subiu 8,3% no mês, porém o otimismo é contido diante de fluxos estrangeiros ainda negativos e de preços do petróleo em alta. O MSCI Asia Pacífico teve salto superior a 13%.
Enquanto o desempenho mensal diverge entre indicadores, investidores globais continuam vendidos no mercado local, com saída líquida de cerca de US$ 4,2 bilhões em abril até agora. O giro externo soma pressões sobre a economia dependente de energia e sobre a rupia.
Para a sessão de quinta-feira, o cenário global não sustenta impulso: ações asiáticas estão em baixa e o petróleo registra valorização. Trump afirmou à Axios que não levantará bloqueio naval aos portos do Irã sem acordo nuclear.
Locais, os olhos se voltam para resultados de Hindustan Unilever e Adani Enterprises, entre outros. Além disso, a política brasileira pode influenciar o humor do investidor externo, diante de números de pesquisas sobre o Estado-chave de West Bengal que indicam vantagem de Modi em relação ao principal opositor.
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