- O CEO da Hershey, Kirk Tanner, afirmou que medicamentos GLP-1 ajudam a impulsionar as vendas de balas e chicletes, incluindo Ice Breakers.
- As vendas no varejo da linha de confeitos cresceram 8% no último trimestre, tornando-a a terceira maior marca de doces.
- Tanner disse que houve forte demanda por chicletes e menta, acompanhando a adoção de lanches funcionais baseados em GLP-1.
- Os GLP-1 retardam a digestão e podem causar efeitos colaterais como náusea, boca seca e hálito de Ozempic; Ozempic é fabricado pela Novo Nordisk.
- A Hershey também registrou alta de 17% no consumo de suas barras de proteína no último trimestre, destacando que doces permanecem populares mesmo com dietas.
A Hershey informou que medicamentos GLP-1 para perda de peso estão influenciando o consumo de doces. O CEO Kirk Tanner afirmou que os remédios retardam a digestão e ajudam a impulsionar as vendas de balas e chicletes, incluindo Ice Breakers.
Segundo Tanner, as vendas no varejo da linha cresceram 8% no último trimestre, tornando-a a terceira maior marca de doces da empresa. Ele citou demanda por chicletes e produtos de menta, associada aos ventos favoráveis de lanches funcionais.
A reportagem aponta que efeitos colaterais dos GLP-1, como boca seca e hálito característico, ocorrem em usuários dos fármacos. A Ozempic é produto da Novo Nordisk, e o interesse pelo tema envolve a indústria farmacêutica e de confeitos.
Contexto de mercado
A Hershey observa que, apesar da redução de apetite em alguns usuários, a demanda por doces e chocolates continua estável. A empresa também destacou aumento de 17% no consumo de barras de proteína no último trimestre.
Tanner ressaltou que a categoria de confeitos é relativamente isolada entre setores alimentares e que a decisão de consumo é emocional, associada a momentos de lazer e a pequenas porções.
A companhia afirmou que investiga o uso crescente de GLP-1 e incorporou esse cenário em suas projeções, buscando entender impactos futuros sobre hábitos de consumo de doces e gomas. A fonte da informação é a Bloomberg.
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