- A taxa de desemprego foi de 6,1% no trimestre móvel encerrado em março, acima do 5,8% do trimestre anterior, mas abaixo de 7% observado no mesmo período de 2025, segundo o IBGE.
- Para os primeiros três meses, o desemprego ficou na menor marca da série iniciada em 2012.
- Em três meses até março, havia 6,6 milhões de desempregados, alta de 19,6% frente ao trimestre anterior, e queda de 13% em relação a igual período de 2025.
- A população ocupada era de 102 milhões de pessoas, queda de 1% frente aos três meses anteriores, mas alta de 1,5% ante o mesmo intervalo de 2025.
- A renda média real dos trabalhadores atingiu R$ 3.722, alta de 1,6% frente ao trimestre anterior e 5,5% frente a igual período de 2025; a massa de rendimentos ocupados chegou a R$ 374,8 bilhões, estável frente ao trimestre anterior e 7,1% acima de 2025.
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,1% no trimestre móvel encerrado em março, segundo a PNAD Contínua do IBGE. O resultado é superior ao trimestre anterior (5,8%) e inferior ao registrado no mesmo periodo de 2025 (7%).
Ao todo, havia 6,6 milhões de desempregados entre pessoas de 14 anos ou mais, aumento de 1,1 milhão frente ao trimestre anterior, porém queda de 13% na comparação com igual período de 2025.
Entre janeiro e março, a população ocupada somou 102 milhões, recuando 1% em relação aos três meses anteriores. Em comparação anual, houve alta de 1,5%.
A força de trabalho, soma de ocupados e desocupados com pelo menos 14 anos, ficou em 108,6 milhões no trimestre, estável frente ao anterior, mas teve aumento de 0,4% frente a 2025.
A renda média real dos trabalhadores atingiu recorde de 3.722 reais no trimestre até março, alta de 1,6% frente aoもち trimestre anterior e 5,5% ante o mesmo periodo de 2025.
A massa de rendimentos real habitual chegou a 374,8 bilhões de reais, estável frente ao trimestre anterior, porém 7,1% maior que o primeiro trimestre de 2025, com ganho de 24,8 bilhões de reais.
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