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Desemprego sobe para 6,1% no 1º trimestre, mas é o menor nível para o período

Desemprego fica em 6,1% no 1º trimestre de 2026, menor nível para o período desde o início da série em 2012, com serviços abrindo vagas

O desemprego se refere às pessoas de 14 anos ou mais que não estão trabalhando, mas que estão disponíveis para atuar e tentam encontrar trabalho
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  • Desemprego ficou em 6,1% no 1º trimestre de 2026, o menor nível para esse período desde o início da série histórica, em 2012.
  • A taxa diminuiu 0,2 p.p. frente ao trimestre anterior, com 1,5 milhão de desocupados, queda de 4,4% frente ao trimestre anterior.
  • O número de pessoas ocupadas chegou a 94,4 milhões, alta de 0,4% frente ao trimestre anterior; isso equivale a 94,4% da população com 14 anos ou mais.
  • A taxa de informalidade ficou em 39,4%, menor que no trimestre anterior, e houve 36,4 milhões de informais, queda de 1,2% frente ao trimestre anterior.
  • Serviços foram o setor que mais gerou empregos, com 1,2 milhão de vagas; comércio criou 400 mil e indústria, 300 mil. A taxa de desemprego entre jovens de 14 a 24 anos ficou em 15,2%.

O desemprego atingiu 6,1% no primeiro trimestre de 2026, menor nível para esse período desde o início da série histórica em 2012. O dado, divulgado pelo IBGE, mostra queda de 0,2 ponto percentual ante o trimestre anterior e 0,4 ponto frente ao mesmo período de 2025.

A população desocupada ficou em 1,5 milhão de pessoas, uma redução de 4,4% frente ao trimestre anterior e de 11,4% na comparação anual. Mesmo com a leve alta frente ao trimestre anterior, o indicador segue abaixo do registrado em 2025.

A taxa de participação e o total de pessoas ocupadas também pesaram na leitura: 94,4 milhões estavam empregados, alta de 0,4% frente ao trimestre anterior e de 1,2% na comparação anual. A parcela da população de 14 anos ou mais que trabalha corresponde a 94,4% dessa faixa etária.

Contexto da informalidade e setores que mais contratam

A informalidade recuou para 39,4%, com 36,4 milhões de trabalhadores nesse regime. Em relação ao trimestre anterior, houve queda de 0,2 ponto percentuai; na comparação anual, a redução foi de 0,8 ponto.

O setor de serviços foi o maior gerador de vagas, com 1,2 milhão de empregos. Em seguida aparecem o comércio, com 400 mil, e a indústria, com 300 mil. Esses resultados sinalizam recuperação setorial após impactos da pandemia.

Entre os jovens de 14 a 24 anos, a taxa de desocupação ficou em 15,2%, caindo 0,3 ponto percentual frente ao trimestre anterior e 1,1 ponto percentua l na comparação anual. Essa leitura aponta melhoria do mercado para esse grupo, ainda que permaneça acima da média geral.

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