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Ibovespa bate máxima; dólar e juros caem com alívio no petróleo

Ibovespa renova máxima da sessão; dólar e juros futuros recuam em meio a alívio no petróleo e avaliação de balanços do primeiro trimestre

Ibovespa renova máxima da sessão enquanto dólar e juros futuros atingem mínimas em meio a alívio do petróleo — Foto: Pixabay
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  • O Ibovespa atingiu a máxima da sessão no começo da tarde de terça-feira, com ganhos de bancos e Vale, em meio a alívio nos preços do petróleo.
  • O dólar caiu e os juros futuros abriram em mínimas, com o dólar a R$ 4,9662 e o índice DXY em 98,14 pontos.
  • Na sessão externa, os principais índices de Nova York operavam em alta, sustentados pela recuperação de ações e pelo alívio nas commodities.
  • Os rendimentos dos Treasuries recuaram: dois anos em 3,896% e 10 anos em 4,397%.
  • No Brasil, os futuros de DI atingiram as mínimas do pregão: janeiro de 2027 em 14,135%, janeiro de 2028 em 13,815%, janeiro de 2029 em 13,68% e janeiro de 2031 em 13,685%.

O Ibovespa atingiu a máxima da sessão nesta terça-feira, com o dólar em queda e as curvas de juros futuros recuando. O movimento acompanha o alívio nos preços do petróleo e a repercussão da temporada de balanços do primeiro trimestre.

Nos EUA, os principais índices mostraram ganhos, sustentados pelo ambiente de menor aversão a risco e pela melhora nos preços do petróleo. Rendimentos de Treasuries caíram, contribuindo para o cenário de juros baixos no curto prazo.

Às 14h35, o Ibovespa avançava 1,44%, aos 187.406 pontos. Bancos e Vale puxavam o índice, com altas de cerca de 2,4%. O dólar comercial caía 0,70%, a R$ 4,9662, enquanto o DXY recuava 0,82%.

Cenário de juros e câmbio

Os títulos dos EUA com vencimento em 2 anos caíam para 3,896% e os de 10 anos para 4,397%. No Brasil, os contratos de DI renovaram as mínimas do pregão. Janeiro/2027 caiu para 14,135%, 2028 para 13,815%, 2029 para 13,68% e 2031 para 13,685%.

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