- Rodrigo Ladeira, vice-presidente de RH, Comunicação e Qualidade da Athena Saúde, liderou o crescimento de 25 para 10 mil colaboradores em sete anos e fala sobre a evolução da gestão de pessoas.
- No RH Summit 2026, ele apresentará como a gestão de pessoas se tornou parte essencial do resultado da empresa, especialmente em cenários de alta complexidade.
- A experiência mostra que equilíbrio entre velocidade e consistência é crucial para absorver fusões e aquisições mantendo a eficiência operacional.
- O destaque fica para o discernimento como habilidade-chave na era da inteligência artificial, combinando análise de dados com leitura do contexto humano.
- O evento ocorre no Expo Center Norte, em São Paulo, com previsão de quatro dias e cerca de sete mil participantes, reunindo líderes que conectam pessoas, processos e ferramentas.
Rodrigo Ladeira, VP de RH, Comunicação e Qualidade da Athena Saúde, lidera transformação na gestão de pessoas para acompanhar o crescimento da empresa. Em sete anos, a empresa passou de 25 a 10 mil colaboradores, mantendo a operação estável e eficiente.
A trajetória será tema central no RH Summit 2026, maior evento do país sobre resultados humanos. No palco, Rodrigo apresentará como a Athena equilibrou velocidade de crescimento com fundamentos de gestão de pessoas.
Para a Athena, o desafio não foi apenas logístico. Segundo o executivo, a escala exigiu que a área de RH deixasse de ser suporte para virar corresponsável pela performance da companhia.
O que aconteceu
O crescimento acelerado exigiu reconfigurar cultura e prática de gestão. A Athena absorveu dezenas de fusões e aquisições mantendo a eficiência, com foco em fundamentar decisões na combinação entre velocidade e consistência.
Rodrigo destaca que, em ambientes de alta complexidade, o erro comum é sacrificar a fundação em nome da agilidade. O equilíbrio entre velocidade e estabilidade foi, segundo ele, o fator crítico.
Essa visão sustenta que a liderança precisa acompanhá-la. Ele defende que uma cultura forte funciona como infraestrutura de performance, enquanto lideranças preparadas servem de alicerce para o crescimento.
Discernimento na era da IA
Com a transformação digital, o VP aponta o discernimento como habilidade-chave do RH atual. Em meio a dados e algoritmos, o diferencial está em fazer as perguntas certas para orientar a estratégia.
Embora KPIs sejam fundamentais, a sensibilidade humana permanece crucial. Abdicar dessa sensibilidade na tomada de decisão é inviável, segundo o executivo.
Decisões melhores, para ele, resultam da combinação entre inteligência analítica e leitura do contexto humano. Esse conceito orienta a gestão orientada a dados sem perder o toque humano.
Liderança adaptativa no RH Summit
Rodrigo rebate a ideia de que employee experience depende de ações isoladas. A qualidade das relações diárias e a coerência entre discurso e prática movem o engajamento.
No evento, esse tema será explorado como saída da atuação operacional para o protagonismo estratégico. O objetivo é mostrar como o RH pode redesenhar a empresa com IA e pessoas em transformação.
Para quem mira o C-Level, o conselho é claro: dominar operação, finanças e agenda de pessoas. O VP cita: o RH pode liderar o redesenho constante das organizações, integrando IA e pessoas.
O RH Summit 2026 acontece em quatro dias no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento espera cerca de 7 mil participantes, reunindo lideranças que moldam o futuro do trabalho pela tríade pessoas, processos e ferramentas.
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