- Governo lança Move Brasil 2 com R$ 21,2 bi em linhas de crédito para compra de caminhões, ônibus e implementos rodoviários.
- Anúncio ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto na quinta-feira, 30 de abril de 2026, dando continuidade à fase anterior anunciada em janeiro de 2026.
- Recursos somam R$ 14,5 bilhões do Tesouro, com aporte de R$ 6,7 bilhões do BNDES; R$ 2 bilhões vão para caminhoneiros autônomos e R$ 2 bilhões para linhas de ônibus.
- Novas condições: carência de 12 meses para autônomos, prazo de pagamento de até 10 anos e juros reduzidos.
- Meta adicional: até o fim de 2026, serão criadas 41 praças de descanso para caminhoneiros; Move Brasil 2 é apresentado como crédito com destino produtivo.
O governo anunciou a segunda fase do Move Brasil, programa de crédito para caminhões, ônibus e implementos rodoviários. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, com o presidente Lula e o ministro Márcio Elias Rosa presentes. O objetivo é ampliar linhas de crédito para renovação e melhoria da frota.
Nesta fase, serão disponibilizados R$ 21,2 bilhões em crédito. Do total, R$ 14,5 bilhões vêm do Tesouro Nacional, com aporte adicional de R$ 6,7 bilhões do BNDES. Desse montante, R$ 2 bilhões são dedicados a caminhoneiros autônomos e R$ 2 bilhões para linhas de ônibus.
As condições de acesso foram alteradas: a carência passa de 6 para 12 meses para autônomos, o prazo de pagamento sobe de 5 para 10 anos e houve redução de juros. O governo sinaliza que, até o fim de 2026, serão criadas 41 novas praças de descanso para caminhoneiros, implementadas em concessões rodoviárias.
Voando para o contexto do Move Brasil, o secretário destacou que o programa busca crédito com destino produtivo, reduzindo custos de transportes, fortalecendo fabricantes, modernizando a infraestrutura e contribuindo para transporte mais seguro e sustentável.
MOVE BRASIL
O Move Brasil foi lançado em janeiro de 2026 para financiar a compra de caminhões novos e seminovos por autônomos, cooperativados e empresas de transporte rodoviário de cargas. A primeira fase contou com R$ 10 bilhões em crédito, com recursos do Tesouro e do BNDES, incluindo R$ 1 bilhão reservado para caminhoneiros autônomos e cooperados.
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