- O CEO global da Gerdau, Gustavo Werneck, afirmou que o Brasil precisa adotar mecanismos de defesa da indústria nacional do aço contra a concorrência chinesa.
- A declaração foi feita nos bastidores da Agrishow nesta quinta-feira, 30.
- Segundo Werneck, o aço chinês já representa 25% do consumo no Brasil.
- Essa participação impacta a operação da Gerdau, que tem desempenho superior nos Estados Unidos em comparação com a unidade brasileira.
O CEO global da Gerdau, Gustavo Werneck, afirmou que o Brasil precisa adotar mecanismos de defesa da indústria nacional do aço para enfrentar a concorrência chinesa. A declaração foi feita nos bastidores da Agrishow, na quinta-feira, 30, durante eventos da feira.
Segundo Werneck, o aço chinês já representa cerca de 25% do consumo no Brasil, o que impacta a dinâmica do setor. O executivo destacou a necessidade de políticas que protejam produtores nacionais frente a importações.
A fala enfatiza o papel da indústria do aço na balança comercial do país e aponta para possíveis impactos na operação da Gerdau no exterior, com desempenho superior da unidade norte-americana em comparação à brasileira. A Reuters detalha que a posição competitiva varia conforme o mercado.
Contexto e impactos
A depender das ações propostas pelo governo, a indústria pode passar a contar com salvaguardas ou medidas antidumping para reduzir impactos da competição externa. A Gerdau não apresentou propostas específicas, apenas reforçou a importância de políticas setoriais.
Não houve outras declarações públicas específicas da companhia sobre o tema durante a Agrishow, conforme apuração adicional. As informações sinalizam um debate maior entre produtores e autoridades sobre proteção à indústria nacional.
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