- Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, disse que reguladores devem pensar em como supervisionar tecnologias novas como Mythos, da Anthropic.
- Segundo ela, a capacidade dessas ferramentas pode melhorar a cibersegurança ao permitir que empresas abordem vulnerabilidades identificadas.
- Por outro lado, se usadas de forma maliciosa, poderiam ser empregadas para identificar e explorar fraquezas.
- Reguladores precisam equilibrar os benefícios da IA com seus riscos, definindo supervisão adequada.
- As declarações foram feitas em remarks preparados na sexta-feira.
Na mais recente manifestação sobre inteligência artificial, a vice-presidente do Federal Reserve (Fed) para Supervisão, Michelle Bowman, discutiu a necessidade de regulamentação sobre ferramentas de IA, citando o Mythos da Anthropic PBC como exemplo. Ela disse, em pronunciamento preparado, que a supervisão deve equilibrar benefícios e riscos.
Bowman afirmou que a IA pode melhorar a cibersegurança ao permitir que empresas corrijam vulnerabilidades identificadas. No entanto, ressaltou que o uso mal-intencionado pode facilitar a identificação e exploração de falhas.
O pronunciamento ocorreu na sexta-feira. Bowman destacou que autoridades regulatórias precisam avaliar como supervisionar tecnologias emergentes sem sufocar a inovação. A fala foi centrada na avaliação de riscos e na adaptação de normas.
Contexto regulatório e impactos potenciais
A discussão envolve como monitorar modelos de IA avançados usados por organizações financeiras. Reguladores buscam diretrizes sobre governança, supervisão contínua e mitigação de riscos operacionais e de segurança cibernética.
Pontos para o setor financeiro e responsabilidade das empresas
As autoridades financeiras estudam requisitos de transparência, auditoria de algoritmos e controles internos. O objetivo é equilibrar proteção aos consumidores com a capacidade de inovar no uso de IA.
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