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Dólar atinge menor nível em dois anos e Ibovespa sobe com cenário externo

Dólar fecha em R$ 4,95, menor nível em mais de dois anos, enquanto Ibovespa avança com alívio no petróleo e desemprego cai para 6,1%

Dólar cai ao menor nível em dois anos e Ibovespa sobe com cenário externo
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  • O dólar fechou em R$ 4,95, queda de quase 1%, o menor nível em mais de dois anos.
  • O Ibovespa subiu 1,39%, chegando a 187 mil pontos, recuperando parte das perdas recentes.
  • O movimento foi influenciado pela queda do preço do petróleo no mercado internacional, que encerrou em US$ 105, após tocar acima de US$ 126 no início do dia.
  • A taxa de desemprego ficou em 6,1%, a menor para um trimestre encerrado em março desde 2012.
  • Com isso, o dólar acumula queda de mais de 4% em abril, e a bolsa fecha o mês perto da estabilidade.

O mercado financeiro encerrou a quinta-feira com tom mais positivo. O dólar caiu quase 1%, fechando em 4,95 reais, o menor nível em dois anos. O Ibovespa subiu 1,39%, aos 187 mil pontos, recuperando parte das perdas recentes.

O movimento foi estimulando pelo recuo do petróleo no cenário internacional, que encerrou em 105 dólares o barril, after ter ultrapassado 126 dólares no início do dia. Decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos também contribuíram para o ajuste.

A taxa de desemprego ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, a menor leitura desde 2012 para esse intervalo. Com isso, o dólar acumula queda de mais de 4% em abril, e a bolsa se aproxima da estabilidade no mês.

Desempenho de ativos e cenário externo

O recuo do dólar manteve a volatilidade sob controle e sustentou o ritmo de valorização do Ibovespa, com sessões de volatilidade reduzida após as oscilações anteriores. Investidores monitoravam dados de emprego e indicadores de inflação.

Entre os fatores internos, a agenda de política monetária no Brasil e no exterior permaneceu no centro das atenções. Analistas avaliam impactos das decisões de bancos centrais sobre câmbio, juros e fluxo de capitais.

Ainda segundo dados oficiais, o ambiente externo de risco permanece ligado a linhas de produção, demanda global e preços de commodities. O mercado segue atento a novos sinais de desaceleração econômica e a respostas de políticas públicas.

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