- Lula anunciou um pacote de 21,2 bilhões de reais para ampliar o Move Brasil, programa de crédito com juros mais baixos para caminhões.
- A nova fase inclui financiamento de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários (reboques e carrocerias).
- O valor máximo financiável por comprador continua em 50 milhões de reais, com recursos abertos a transportadores autônomos, cooperativas e empresas de transporte de cargas ou de passageiros.
- Do total, 14,5 bilhões vêm do Tesouro Nacional para o BNDES e 6,7 bilhões de reais são do próprio banco de desenvolvimento, operados em parceria com outros bancos.
- Na primeira rodada, em janeiro, o Move Brasil teve 10 bilhões de reais, esgotados em pouco mais de três meses, gerando mais de mil contratos; com a nova etapa, o programa tende a crescer ainda mais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira um aumento de 21,2 bilhões de reais no programa Move Brasil, ampliando o crédito para caminhões. A medida foi apresentada em cerimônia com a presença de ministros.
O novo aporte dobra o tamanho do programa, que havia sido lançado em janeiro com 10 bilhões de reais. Além de caminhões, passa a financiar ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.
Detalhes do aporte
O valor máximo financiável por comprador continua em 50 milhões de reais. Podem recorrer transportadores autônomos, cooperativas de transporte rodoviário de cargas e empresários do setor de transporte de cargas ou de passageiros.
Os recursos só podem ser usados na aquisição de veículos de fabricação nacional e que atendam às regras de conteúdo local do BNDES. Para caminhoneiros autônomos e cooperados, a MP permite também a compra de seminovos.
As linhas de crédito são operadas pelo BNDES, em parceria com outros bancos. Do total, 14,5 bilhões vêm do Tesouro Nacional e 6,7 bilhões do próprio BNDES.
Com o aporte, o Move Brasil supera o início de 2023, quando a primeira rodada somou 10 bilhões de reais e terminou com mais de 1.000 contratos firmados, segundo o governo.
Fonte: Agência Brasil
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