- Em 1º de maio, milhares de pessoas realizaram uma marcha em Madri, indo da Gran Via até a Plaza de España, para marcar o dia do trabalhador.
- O movimento pediu salários mais altos, moradia acessível e maior proteção trabalhista.
- Os manifestantes destacaram o aumento do custo de vida, a estagnação dos salários e a crise de habitação, afirmando que isso ameaça a coesão social e a democracia.
- Além das reivindicações econômicas, houve protesto contra guerras no Oriente Médio e o aumento dos gastos militares, dizendo que trabalhadores não devem pagar o preço de conflitos promovidos por líderes globais.
- A dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores (CCOO), Jesús Escribano, afirmou que o sistema educacional enfrenta déficits de financiamento e que é preciso melhorar as condições para todos.
Milhares de pessoas marcharam em Madri na sexta-feira, 1º de maio, do trecho da Gran Via até a Plaza España, exigindo salários mais altos, moradia acessível e maior proteção trabalhista. O ato marcou o dia do trabalhador com formato de protesto.
Os manifestantes carregavam a bandeira Direitos, não trincheiras e destacaram o aumento do custo de vida, a estagnação salarial e a crise habitacional como principais motivos da mobilização.
Além das pautas econômicas, o movimento protestou contra guerras no Oriente Médio e o aumento de gastos militares. Alegaram que trabalhadores não devem arcar com cortes sociais provocados por decisões de líderes globais como Donald Trump e Benjamin Netanyahu.
Demandas centrais
Jesús Escribano, da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Espanha (CCOO), ressaltou que o sistema educacional enfrenta déficits de financiamento e que as condições para trabalhadores e estudantes precisam melhorar.
O ato envolveu sindicatos e entidades da classe trabalhadora que enxergam o 1º de maio como espaço para pressionar por políticas públicas. Não houve alegações de incidentes graves até o fechamento da apuração.
Os organizadores afirmam que a mobilização visa intensificar o debate sobre salário digno, habitação acessível e proteção social, sem adiantar medidas ou perspectivas eleitorais. A manifestação se encerrou no centro da cidade.
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