- Petrobras anunciou novo reajuste de 18% no querosene de aviação nesta quarta-feira (1º), mantendo alta acumulada de 73% em dois meses.
- O aumento reflete a variação do mercado internacional de petróleo e derivados, além de fatores específicos do setor, e é baseado na paridade de importação (cotação internacional e câmbio).
- O reajuste sucede alta de 55% em abril, antes da nova elevação de 18% na data de hoje.
- A Petrobras diz que continuará monitorando o mercado internacional e ajustando os preços conforme as condições de mercado para manter a sustentabilidade da empresa.
- O reajuste impacta os custos das companhias aéreas e pode levar ao repasse de parte ou total aos passageiros, conforme estratégias de cada empresa.
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um novo reajuste no preço do querosene de aviação, elevando o valor em 18% e levando a alta acumulada a 73% em dois meses. O ajuste impacta as tarifas cobradas pelas companhias aéreas no Brasil.
Segundo a estatal, o reajuste reflete a variação do mercado internacional de petróleo e derivados, além de fatores específicos do setor. O preço é definido pela paridade de importação, considerando cotações internacionais e o câmbio.
O aumento sucede a alta de 55% divulgada em abril, seguida por mais 18% nesta quarta. A Petrobras ressalta que continuará monitorando o mercado e ajustando os preços conforme as condições internacionais para manter a sustentabilidade da companhia.
A elevação do querosene de aviação eleva os custos das empresas aéreas, que podem repassar parte do custo aos passageiros. O setor busca alternativas para reduzir despesas diante da volatilidade do combustível.
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