Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Integridade virou elemento estratégico para as empresas

Integridade transforma o compliance em estratégia de gestão, reduzindo riscos, atraindo talentos e gerando valor, com liderança responsável

Integridade como estratégia de gestão é central para a perenidade e o legado de uma organização, afirma o articulista
0:00
Carregando...
0:00
  • A integridade deixou de ser apenas conformidade e passou a ser estratégia de governança, envolvendo ética, transparência, responsabilidade social e sustentabilidade.
  • A governança em compliance ganhou peso, conectando avaliação de riscos, processos e comportamento para gerar valor ao negócio.
  • O acordo entre União Europeia e Mercosul pode acelerar agendas de integridade, com maior escrutínio e exigências de controle e rastreabilidade.
  • Pesquisas recentes mostram liderança como fator essencial para cultura de integridade; 70% dos líderes brasileiros priorizam integridade digital e cibernética.
  • Empresas divulgam relatórios de programas de integridade e aderem a compromissos públicos para promover transparência, responsabilidade e um ambiente de negócios mais ético.

A integridade deixou de ser apenas conformidade para se tornar estratégia. O texto aponta que, após a Lei Anticorrupção de 2013, as companhias perceberam a necessidade de governança por trás das decisões, indo além de políticas anticorrupção.

Essa evolução ocorreu com o foco em risco, processos e comportamento. O ESG passou a exigir estruturas mais robustas de controle, transparência e rastreabilidade, conectando governança a resultados de negócio.

A expressão integridade passou a refletir o conjunto de ações do Compliance. O objetivo é atuar com ética, transparência e sustentabilidade, convertendo governança em diferencial competitivo.

Integração com o mercado

O acordo entre União Europeia e Mercosul é visto como catalisador para a integridade nas empresas. A abertura a mercados mais exigentes aumenta o escrutínio sobre práticas ambientais, sociais e de governança.

Essa mudança exige que gestores adotem controles mais robustos, com maior rastreabilidade e prestação de contas. A integridade passa a ser requisito estratégico para perenidade.

Entre os impactos, a liderança ganha protagonismo na cultura ética. Líderes devem promover engajamento, transparência e fundamentos do trabalho para atender às demandas atuais.

Liderança e cultura

Estudos indicam que a liderança consolida a cultura de integridade, essencial para um ambiente de trabalho saudável e o alcance das metas. Funcionários buscam empatia e clareza nas direções.

Essa relação entre liderança e integridade também envolve o que se chama de compliance comportamental. Práticas de reconhecimento e gestão ética aparecem como motivadores de retenção.

A prática de integridade está cada vez mais conectada ao negócio. Profissionais que entendem esse eixo navegam melhor nas relações diárias da empresa.

Ações e transparência

Grandes companhias passam a divulgar relatórios periódicos sobre programas de integridade. Indicadores, avanços e impactos éticos fortalecem a confiança de parceiros e clientes.

Compromissos públicos de integridade ganham espaço, como pactos setoriais nacionais. Iniciativas da Agroindústria e do Pacto Global da ONU Brasil estimulam ambiente ético e competitivo.

Considerações finais

Promover integridade não é apenas evitar desvios, mas fomentar boas práticas internas e com o ecossistema externo. O investimento em pessoas, ambiente e resultados sustenta o valor do negócio.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais