- Marco Castro, CEO da PwC Brasil e Equador, afirma que a reforma tributária é um progresso e deve ser encarada com otimismo.
- O período de transição é longo e exige investimentos imediatos, com as empresas operando sob dois sistemas tributários em paralelo.
- Esse diferencial operacional é um desafio prático que precisa ser gerenciado no curto prazo.
- As reformas não são definitivas e devem ser revisadas periodicamente para acompanhar as necessidades atuais.
- O Brasil precisa acelerar melhorias para manter a competitividade global, mesmo com avanços recentes.
A reforma tributária brasileira é vista como um avanço, mas traz dúvidas sobre custos e complexidade operacionais no período de transição. Marco Castro, CEO da PwC Brasil e Equador, falou sobre o tema em entrevista ao programa Capital Insight, da Broadcast, em parceria com CNN Money. Ele destacou o otimismo necessário diante das mudanças, mesmo diante de incertezas.
Segundo Castro, a transição é longa e exige investimentos imediatos para as empresas se prepararem. Elas precisam operar simultaneamente sob dois sistemas tributários, o que aumenta a complexidade e eleva o desafio operacional.
Além disso, o executivo ressalta que as reformas não devem ser tratadas como definitivas. É essencial revisá-las periodicamente para manter o alinhamento com as necessidades do momento. A análise também aborda a competitividade do Brasil no cenário global.
Desafios operacionais e revisões constantes
Empresas precisam administrar dois sistemas durante o período de adaptação, o que demanda planejamento e recursos. O debate envolve custos de implementação e ajustes de processos internos para não prejudicar operações.
Em relação ao futuro, há a necessidade de acelerar melhorias e manter as reformas sob avaliação constante. A posição brasileira é de avanços, com foco em atrair investimentos internacionais e manter a competitividade.
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