- Governo lança o Desenrola Brasil 2.0, com descontos médios de 65% para devedores que ganham até cinco salários mínimos (R$ 8.105) e dívidas de até R$ 15 mil; negociações começam em terça-feira (5) diretamente nos canais oficiais dos bancos.
- Uma novidade é permitir o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou abater débitos, com limite de até R$ 1 mil por pessoa.
- Taxa de juros máxima fica em 1,99% ao mês, e o prazo de pagamento pode chegar a 48 meses. Débitos até R$ 100 são desnegativados automaticamente pelos bancos participantes.
- O programa passa a atender também novas categorias: Desenrola Famílias, Desenrola Fies, Desenrola Empresas e Desenrola Rural.
- Quem aderir ficará impedido de usar plataformas de apostas online pelo período de um ano.
O governo federal lançou nesta segunda-feira (4) a nova fase do Desenrola Brasil 2.0, com descontos médios de 65% para inadimplentes. Em alguns casos, a redução pode chegar a 90% conforme negociação com instituições financeiras.
A iniciativa atende quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 8.105) e tem dívidas de até R$ 15 mil. As negociações começam na terça-feira (5) e devem ocorrer diretamente nos canais oficiais dos bancos, via apps e sites.
Nova forma de uso do FGTS é anunciada: é possível quitar ou abater dívidas com o limite de até R$ 1 mil por pessoa. A taxa de juros máxima é de 1,99% ao mês, com prazo de pagamento de até 48 meses.
Além disso, dívidas de até R$ 100 serão automaticamente desnegativadas pelos bancos participantes. O nome sai dos cadastros, embora o débito permaneça para negociação.
Novas categorias do programa
O Desenrola 2.0 passa a atender ainda estudantes com dívidas do Fies, micro e pequenas empresas e produtores rurais, por meio de novas categorias: Desenrola Famílias, Desenrola Fies, Desenrola Empresas e Desenrola Rural.
Quem aderir ao programa ficará impedido de usar plataformas de apostas online por um ano. A medida vale para todos os participantes.
Estudo oficial aponta que a medida busca incentivar a regularização de débitos e ampliar o acesso ao crédito, com impactos esperados na recuperação de ativos de consumidores e empresas.
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