- Gabriela Dorlhiac, diretora-executiva da ICC Brasil, defende a modernização regulatória para atrair investimentos, ampliar a inovação e aumentar a competitividade.
- A declaração ocorreu no segundo painel do evento “Propriedade Intelectual na Agenda Pública: O que está em jogo para a Saúde?”, promovido pelo Correio Braziliense em parceria com a Interfarma, em 4 de maio.
- O Brasil tem ativos como criatividade, capital intelectual qualificado e um sistema de pesquisa robusto, mas precisa conectar universidades, centros de pesquisa e setor produtivo para gerar desenvolvimento econômico sustentável.
- Há necessidade de revisar normas e burocracias que não acompanham a velocidade da economia global; segurança jurídica e previsibilidade regulatória são essenciais para atrair capital.
- A executiva defende maior protagonismo do Brasil em debates internacionais sobre propriedade intelectual para influenciar regras globais e fortalecer o ambiente de negócios interno.
A diretora-executiva da ICC Brasil, Gabriela Dorlhiac, pediu nesta segunda-feira, 4 de maio, a modernização do ambiente regulatório para ampliar a competitividade, incentivar a inovação e atrair investimentos. O pedido foi feito durante o segundo painel do evento Propriedade Intelectual na Agenda Pública: O que está em jogo para a Saúde?, promovido pelo Correio Braziliense em parceria com a Interfarma.
Ela afirmou que o Brasil possui ativos estratégicos, como criatividade, capital intelectual qualificado e um sistema de pesquisa robusto, mas precisa aproximar universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo para transformar potencial em desenvolvimento econômico. Também destacou a necessidade de revisar normas e burocracias que não acompanham a velocidade da economia global.
Desafios regulatórios e previsibilidade
Dorlhiac afirmou que regras instituídas há décadas devem ser revisadas para acompanhar a dinâmica atual da economia, mais ágil e complexa. A executiva ressaltou que a segurança jurídica é fundamental para atrair capital e que investidores precisam de clareza sobre o ambiente de negócios.
Além disso, a executiva defendeu maior protagonismo do Brasil em debates internacionais sobre propriedade intelectual. A ideia é contribuir para a formulação de regras globais, enquanto fortalece o ambiente de negócios interno e sustenta setores ligados à inovação e ao desenvolvimento sustentável.
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