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Dólar abre em leve alta com novas ameaças de ataques entre EUA e Irã

Dólar abre em leve alta com novas ameaças entre EUA e Irã e volatilidade do petróleo impulsionando ativos brasileiros

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  • O dólar abriu em leve alta nesta segunda-feira, às 9h08 o câmbio estava em R$ 4,9630, alta de 0,22%.
  • Relatos de ataques do Irã a navios no estreito de Hormuz reacenderam temores de conflito com os EUA.
  • Na quinta-feira anterior, o dólar fechou em queda de 0,97%, em R$ 4,952, devido ao ajuste de mercado e maior apetite por ativos de risco.
  • A bolsa brasileira subiu 1,63%, para 187.317 pontos, com os preços do petróleo em movimento volátil e atenção às negociações entre EUA e Irã.
  • Analistas destacam que o apetite por ativos de risco persiste, influenciado pela queda dos futuros temores inflacionários e pelo diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos.

O dólar abriu em leve alta nesta segunda-feira (4), acompanhando o comportamento externo, após relatos de ataques iranianos a navios no estreito de Hormuz reacenderem temores sobre um conflito com os EUA. Às 9h08, a moeda norte-americana subia 0,22%, para R$ 4,9630.

Na semana passada, o dólar fechou em forte queda, de 0,97%, a R$ 4,952, em sessão de ajuste e maior apetite por ativos de risco. O feriado do Dia do Trabalho manteve o pregão ausente na sexta-feira (1º).

A sessão desta segunda também foi influenciada pela forte queda do petróleo, que amenizou temores inflacionários e estimulou o apetite por ativos de risco. O Brent caiu, enquanto o petróleo no mercado interno enfrentou volatilidade.

No mercado externo, bolsas dos EUA fecharam em alta, com S&P 500, Dow Jones e Nasdaq ganhando 1,09%, 1,68% e 0,91%, respectivamente, apoiadas por ajustes de risco diante do impasse entre EUA e Irã. Analistas destacam que o cenário continua volátil.

No Brasil, negocia-se entre riscos e perspectivas de juros, com o dólar em trajetória de queda no acumulado do mês e o Ibovespa próximo da estabilidade. A percepção de apoio aos ativos de risco depende de desdobramentos da tensão regional.

Segundo o analista Leonel Oliveira Matos, da StoneX, não há fundamento específico para o humor externo atual; o mercado devolve parte da aversão ao risco diante do conflito prolongado no Oriente Médio.

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