- Dólar fechou a primeira sessão de maio em R$ 4,968, alta de 0,32% em relação ao fechamento de abril.
- Abril terminou com o dólar em R$ 4,95, a menor cotação em dois anos, sustentado pela entrada de recursos estrangeiros no Brasil.
- Ibovespa abriu em alta, mas virou queda, chegando a 185.676 pontos; volume diário de cerca de R$ 21,5 bilhões.
- Petróleo acelerou, com Brent em US$ 114,44 e WTI em US$ 106,42, impulsionado pela escalada de tensões entre Irã e EUA.
- No Brasil, Focus elevou a inflação projetada para 4,89% este ano; Selic prevista em 13% ao fim do ano; programa Desenrola Brasil, com refinanciamento de dívidas a juros até 1,99% ao mês e uso do FGTS.
Dólar fecha o primeiro dia de maio em leve alta, cotado a R$ 4,968, segundo dados do mercado financeiro. A abertura de maio veio após o dólar fechar abril na menor cotação em dois anos, em R$ 4,95. O movimento reflete ajustes após a passagem do feriado de 1º de maio.
A Bolsa brasileira operou em queda ao longo da sessão. O Ibovespa iniciou em alta, mas virou queda, com o índice marcando 185.676 pontos perto do fim. O mostrador financeiro movimentou cerca de R$ 21,5 bilhões ao longo do dia.
Energia e inflação
O petróleo exterior subiu com força: Brent para junho encerrou a US$ 114,44 o barril, alta de 5,8%, e WTI fechou a US$ 106,42, alta de 4,29%. A escalada é associada à tensão entre Irã e EUA pela região do Estreito de Hormuz, importante rota de suprimento mundial.
No Brasil, atenção às expectativas de inflação após o Copom reduzir a Selic para 14,5%. A nova pesquisa Focus elevou a projeção do IPCA para 4,89%, acima do teto da meta de 4,5%. A estimativa para a Selic no fim do ano permaneceu em 13%.
Cenário fiscal e programas governamentais
Investidores também acompanham os desdobramentos do novo programa de renegociação de dívidas. O governo anunciou a edição do Desenrola Brasil, com refinanciamento de débitos a juros de até 1,99% ao mês e uso do FGTS para quitar dívidas. O objetivo é ampliar o acesso a crédito e aliviar endividamento.
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