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MRV aponta melhor momento para comprar imóvel pelo Minha Casa Minha Vida

Novas regras do Minha Casa Minha Vida ampliam faixas de renda, reduzem juros e elevam subsídios, abrindo janela de oportunidade para financiamento imobiliário

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  • Novas regras do MCMV ampliam faixas de renda e o teto de imóveis, beneficiando a Faixa 4 e aumentando os subsídios.
  • Edmil Adib Antonio, diretor de Crédito Imobiliário da MRV, diz que juros baixos, mais subsídios e maior disponibilidade de imóveis criam uma janela favorável para financiamento.
  • Faixas de renda para 2026: Faixa 1 até R$ 3.200; Faixa 2 até R$ 5.000; Faixa 3 até R$ 9.600; Faixa 4 até R$ 13.000.
  • Teto de valores dos imóveis por faixa: Faixas 1 e 2 variam entre R$ 210 mil e R$ 275 mil; Faixa 3 até R$ 400 mil; Faixa 4 até R$ 600 mil.
  • Juros variam por faixa: Faixa 1 entre 4,00% e 5,25% ao ano; Faixa 2 entre 4,75% e 7,00%; Faixa 3 entre 7,66% e 8,16%; Faixa 4 em torno de 10% ao ano. FGTS pode ser utilizado como entrada, amortização ou pelo FGTS Futuro.

Edmil Adib Antonio, diretor de Crédito Imobiliário e Relações Institucionais com Bancos da MRV, afirmou que as novas regras do Minha Casa Minha Vida tornam este o melhor momento para financiar um imóvel. A entrevista ocorreu em meio às mudanças anunciadas para 2026.

Segundo o executivo, a combinação de juros mais baixos, subsídios maiores, teto de valores ampliado e nova faixa de renda favorece quem depende de financiamento. O mercado de crédito está mais robusto e há disponibilidade de imóveis.

Para o público-alvo do programa, a MRV aponta que, com as mudanças, há potencial para reduzir custos de financiamento e ampliar o acesso à casa própria. Em um prazo de até um ano, o cenário pode se inverter novamente.

Faixas de renda do MCMV em 2026

As faixas de renda foram atualizadas pelo FGTS, ampliando o alcance do programa:

  • Faixa 1: renda mensal de até R$ 3.200
  • Faixa 2: até R$ 5.000
  • Faixa 3: até R$ 9.600
  • Faixa 4: até R$ 13.000

Teto do valor dos imóveis

Os valores máximos variam por região, com reajustes recentes:

  • Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil
  • Faixa 3: até R$ 400 mil
  • Faixa 4: até R$ 600 mil

Taxas de juros

As taxas mudam conforme renda, região e condições de financiamento, com uso do FGTS:

  • Faixa 1: 4,00% a 5,25% ao ano
  • Faixa 2: 4,75% a 7,00% ao ano
  • Faixa 3: 7,66% a 8,16% ao ano
  • Faixa 4: cerca de 10% ao ano

Edmil afirma que a janela de oportunidade se sustenta pela entrada de novos moradores na faixa 4 e pela reescalonagem dos interessados já dentro do programa, gerando demanda significativa com juros menores.

Papel do FGTS no programa

O FGTS continua essencial para o MCMV, financiando grande parte das operações, conforme o executivo. O fundo atende a maioria dos trabalhadores formais elegíveis.

O FGTS pode atuar como entrada, amortização de parcelas ou via FGTS Futuro, que permite antecipar depósitos, segundo as regras atuais.

Perguntas frequentes sobre o MCMV em 2026

Quem pode participar: famílias com renda de até R$ 13.000 (urbano) ou até R$ 150.000 (rural). Os tetos de imóvel variam por faixa, com até R$ 600 mil na Faixa 4.

É possível usar o FGTS para comprar pelo MCMV: sim, como entrada, amortização ou FGTS Futuro, desde que haja pelo menos três anos de contribuição e sem imóvel financiado no SFH.

As taxas são definidas no ato da contratação e costumam permanecer estáveis, sujeitas a variações apenas pela TR. A análise de crédito pode levar 15 a 30 dias, variando por banco.

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