- Ouro segurou perdas, perto de US$ 4.520 por onça, após cair 2% na segunda-feira.
- O esforço militar dos Estados Unidos disse ter repelido ataques do Irã ao facilitar a passagem de duas embarcações com bandeira norte-americana pelo estreito de Hormuz.
- A tensão aumentou com a Anthrop UAE dizendo ter interceptado mísseis de cruzeiro lançados pelo Irã.
- O país blameou um ataque com drone iraniano por um grande incêndio no porto de Fujairah.
- O mercado acompanha o cenário de risco geopolítico e suas implicações para a inflação global.
O ouro manteve as perdas, negociado perto de 4.520 dólares por onça após recuar 2% na segunda-feira. A cotação respondeu às tensões entre EUA e Irã, que elevam o risco de inflação global.
O Departamento de Defesa dos EUA afirmou ter repelido ataques iranianos enquanto facilitava a passagem de duas embarcações com bandeira norte-americana pelo estreito de Hormuz. O incidente contribui para o nervosismo nos mercados.
Além disso, os Emirados Árabes Unidos informaram ter interceptado mísseis de cruzeiro lançados pelo Irã e responsabilizaram um ataque com drone pela ocorrência de um grande incêndio no porto de Fujairah.
As novas colisões regionais aparecem em meio a pressões inflacionárias globais, que influenciam o comportamento de ativos de refúgio, como o ouro. O mercado acompanha ainda a evolução dos confrontos e as respostas diplomáticas.
Tensões regionais e impactos no mercado
O episódio eleva a percepção de risco geopolítico, o que tende a sustentar a demanda por ativos considerados de proteção. Analistas avaliam impactos de curto prazo sobre a volatilidade e sobre políticas monetárias.
A situação segue em desenvolvimento, com autoridades monitorando possíveis novas ações no Golfo. Investidores buscam sinais sobre eventual escalada ou desescalada das hostilidades.
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