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Ambev registra lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bi no 1º tri e anuncia JCP

Ambev registra lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no 1º tri; fluxo de caixa operacional de R$ 3,1 bilhões e JCP totais de R$ 1,9 bilhão a serem pagos até dezembro

Lucro líquido consolidado da Ambev sobe 24,9% no 3º trimestre, para R$ 4,015 bilhões
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  • Ambev teve lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no 1º trimestre de 2026, alta de 0,3% frente ao mesmo período de 2025.
  • Receita líquida foi de R$ 22,5 bilhões, praticamente estável (+0,0%); EBITDA ajustado chegou a R$ 7,5 bilhões, (+1,5%).
  • Margem de EBITDA ficou em 33,6% (aumento de 50 pontos-base); volume total foi de 44,9 milhões de hectolitros, queda de 0,8%.
  • Fluxo de caixa operacional de R$ 3,1 bilhões; dívida líquida negativa em torno de R$ 16,5 bilhões; resultado financeiro ficou negativo em R$ 1 bilhão.
  • Conselho aprovou pagamento de JCP: segunda parcela de aproximadamente R$ 1,2 bilhão para 6 de julho de 2026 e mais cerca de R$ 700 milhões até dezembro de 2026; guidance de CPV por hectolitro no Brasil permanece entre 4,5% e 7,5%.

A Ambev registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, com alta de 0,3% ante o mesmo período de 2025, apoiado pela expansão operacional. A receita líquida ficou em R$ 22,5 bilhões, estável na comparação anual, com recuo de 0,1%. O EBITDA ajustado alcançou R$ 7,5 bilhões, alta de 1,5%, e a margem subiu 50 pontos-base para 33,6%.

O volume total foi de 44,9 milhões de hectolitros, queda de 0,8% no ano. Desempenho fraco em algumas operações internacionais pesou, mas houve crescimento no Brasil e na América Central e Caribe. Os custos permaneceram pressionados, com alta de 8,5% por hectolitro, reflexo de câmbio e commodities. A gestão de receita ajudou a preservar a rentabilidade.

“O início de 2026 foi marcado por execução consistente da nossa estratégia de crescimento”, disse Carlos Lisboa, presidente. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1 bilhão, piora de R$ 200 milhões ante 2025, influenciado por derivativos e câmbio. O fluxo de caixa operacional somou R$ 3,1 bilhões, impulsionado pelo Ebitda e pelo capital de giro.

Pagamento de JCP

O conselho aprovou a segunda parcela de JCP relativa à declaração de dezembro de 2025, totalizando cerca de R$ 1,2 bilhão, para pagamento em 6 de julho de 2026. Também foi aprovada nova distribuição de JCP, de cerca de R$ 700 milhões, a serem pagos até dezembro de 2026.

A empresa manteve o guidance de CPV por hectolitro na Cerveja Brasil, desconsiderando depreciação, amortização e marketplace, com expectativa de aumento entre 4,5% e 7,5% no ano.

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