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Homem que alegou ter sido escravo sexual mentiu sobre a morte do pai

Chirayu Rana teria mentido sobre a morte do pai para obter quase três meses de licença remunerada, usados para preparar processo contra colega e o JPMorgan Chase

Chirayu Rana e Lorna Hajdini
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  • Chirayu Rana, ex-banqueiro de 35 anos, teria mentido para o JPMorgan Chase ao dizer que o pai havia morrido para conseguir quase três meses de licença remunerada.
  • O período de licença teria sido utilizado para preparar uma ação contra a executiva Lorna Hajdini por suposto abuso sexual.
  • O processo foi protocolado em abril, em Nova York, e Rana acusa Hajdini de coação para manter relações sexuais, uso de substâncias e ameaças à carreira.
  • O pai de Rana, Chaitanya Rana, estaria vivo; familiares afirmaram não ter conhecimento da morte e a empresa levantou suspeitas sobre o uso indevido do benefício.
  • O banco e Hajdini negam as acusações; a relação entre as duas não era de chefia direta e o caso permanece em andamento na Justiça.

Chirayu Rana, ex-banqueiro de 35 anos, é alvo de uma denúncia trabalhista que envolve acusações de coação para manter relações sexuais com a executiva Lorna Hajdini. Segundo reportagens, ele alegou a morte do pai para obter licença remunerada, usada para preparar a ação contra a colega e o banco. O JPMorgan Chase nega as acusações e os desdobramentos seguem na Justiça.

Segundo apuração, Rana informou, em dezembro de 2024, que precisava se afastar por falecimentoda família. A licença incluía períodos por luto, o que gerou a acumulação de diversos dias. O pai do ex-funcionário, Chaitanya Rana, afirmou não saber da situação e disse não ter sido contatado.

Entre março e maio de 2025, Rana, já trabalhando remotamente, usou licenças remuneradas enquanto a ação era preparada. Documentos preliminares afirmavam a morte do pai e o deslocamento dele para a residência da família na Virgínia.

Ação e respostas das partes

A ação, protocolada em Nova York em abril, aponta coação para manter relações sexuais, uso de substâncias e ameaças à carreira. Hajdini, de 37 anos, e o banco negam as acusações; a imprensa indica que Rana não tinha relação hierárquica direta com Hajdini.

Análise interna da empresa sugeriria que ambos respondiam a gestores diferentes e que Hajdini não possuía subordinação direta na área. Antes da ação, Rana havia ajuizado queixa interna por assédio em maio de 2025, o que resultou em licença administrativa de cerca de três meses.

Desdobramentos e contexto

A defesa de Rana afirma que houve esforço para resolver o caso de forma privada por meses, mas o desgaste levou à judicialização. O andamento judicial continua; fontes destacam que o caso ganhou repercussão após conteúdos antigos circularem online, atribuindo-se a mesma pessoa.

A instituição financeira e Hajdini permanecem sob avaliação de autoridades judiciais. Não há conclusão sobre responsabilidades definitivas, e as partes mantêm as versões em contexto de processo em curso.

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