- Durante o TQI Summit 2026, realizado no dia 23 de abril, discutiu-se que a modernização de sistemas críticos passou a ser prioridade estratégica no setor financeiro brasileiro.
- Debates apontaram que a atualização tecnológica impacta diretamente competitividade, eficiência operacional e gestão de riscos, com especial attention à inteligência artificial, qualidade de dados e arquitetura tecnológica.
- A evolução deve ocorrer de forma gradual, com governança orientada por métricas, foco em iniciativas de valor mensurável e equilíbrio entre competitividade, segurança e custo.
- Foram enfatizados riscos e fatores de sucesso, como o custo invisível da não modernização, retenção de talentos, forma de implantação de nuvem híbrida e necessidade de participação da alta gestão.
- A arquitetura tecnológica e a modernização incremental foram apontadas como caminhos práticos para viabilizar escalabilidade, segurança e integração entre áreas de tecnologia e negócio.
A modernização de sistemas críticos no setor financeiro ganhou relevância estratégica, com foco em competitividade, eficiência operacional e gestão de riscos. A discussão ocorreu no TQI Summit 2026, em 23 de abril, reunindo lideranças para debater transformação tecnológica.
Especialistas destacaram que a atualização não é apenas técnica, mas essencial para acompanhar a digitalização e a complexidade de ambientes de alto nível operacional. O avanço da IA depende de dados de qualidade, boa arquitetura e capacidade de execução.
A inteligência artificial foi apresentada como ferramenta de ganho de produtividade, desde que haja governança, métricas claras e alinhamento com o negócio. Cooperação entre instituições também apareceu como elemento de fortalecimento da segurança cibernética.
PERSPECTIVAS E GOVERNANÇA
Mário Anseloni, CEO da TQI, afirmou que a agenda tecnológica amadureceu e passou a influenciar decisões estratégicas para responder a mudanças de mercado com eficiência. O debate enfatizou equilíbrio entre inovação, segurança e custo.
Executivos do Bradesco e do Tribanco destacaram que os sistemas legados são ativos críticos. A modernização tende a ocorrer de forma gradual, combinando controle de custos, governança e retenção de conhecimento técnico diante de desafios de talentos.
Os encontros também trataram dos riscos da transformação, como impactos operacionais e necessidade de planejamento rigoroso. A participação da alta gestão e dos conselhos foi apontada como essencial para decisões estratégicas.
ABORDAGENS E CAMINHOS PRÁTICOS
Foi discutido o chamado custo invisível da não modernização, incluindo perda de competitividade, queda de inovação e maior exposição a vulnerabilidades. Dificuldades na atração de talentos ficaram em evidência.
A estratégia de modernização incremental foi apontada como mais viável, com entregas concretas e alinhamento com as metas de negócio. A arquitetura tecnológica foi destacada como fator central para escalabilidade e segurança.
Modelos de implantação com nuvem e IA em missões críticas ganharam espaço, com a visão de que ambientes híbridos equilibram inovação e proteção. Avaliar o custo total das transformações também foi recomendado.
IMPACTOS E CONTEXTOS
O debate sinalizou que a transformação tecnológica aumenta a agilidade decisória e a capacidade de adaptação diante de mudanças rápidas. O contexto regulatório mais rígido intensifica a necessidade de evolução estrutural no setor.
Ao final, houve consenso de que modernizar envolve robustez operacional, produtividade e resposta rápida a transformações do setor, indo além de simples atualização de tecnologia.
Observa-se ainda a importância da governança orientada por métricas e da integração entre tecnologia e negócio para sustentar o ritmo de mudanças.
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