- Contratos futuros de ouro para julho fecharam em alta de 0,78%, a US$ 4.568,5 por onça-troy, na Comex.
- O metal se recuperou parte das perdas da véspera, permanecendo sensível ao desempenho do petróleo.
- O petróleo recuou e ficou próximo de US$ 110 por barril, aliviando a pressão sobre o dólar e os rendimentos dos Treasuries.
- A incerteza causada pela guerra no Irã tem limitado ganhos do ouro, que continua preso a uma faixa de preço.
O ouro encerrou o pregão desta terça-feira em alta na Comex, com o contrato para julho subindo 0,78%, a US$ 4.568,5 por onça-troy. O movimento veio após perdas significativas registradas no dia anterior.
O metal precioso ainda reage à sensibilidade ao petróleo, o que o mantém dentro de uma faixa de preços relativamente contida. O recuo do petróleo suaviza pressões sobre o dólar e os rendimentos dos Treasuries, ajudando o ouro a recuperar parte das perdas.
A valorização ocorre pese à alta recente causada pela escalada entre EUA e Irã e pela incerteza geopolítica no Golfo. Analista destaca que, sem progressos para estabilidade na região, os preciosos permanecem pressionados por aços elevados do petróleo e por ganhos de curto prazo nos rendimentos.
Movimentos do petróleo e impacto no ouro
Na sessão, o petróleo recuou para perto de US$ 110, faixa que ajuda os ativos norte-americanos a se firmarem. A dinâmica inflacionária e a volatilidade geopolítica continuam a influenciar o humor do mercado.
Análise de cenário
Especialista aponta que a direção do ouro dependerá de avanços na estabilidade regional. Enquanto os preços do barril permanecerem elevados, os rendimentos de curto prazo devem permanecer sustentados, dificultando novas altas para o metal amarelo.
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