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Ouro sobe com recuo do petróleo, guerra limita ganhos

Ouro encerra em alta, mas longe das máximas, influenciado pela queda do petróleo; a guerra no Irã restringe ganhos e mantém o metal em faixa contida

Ouro sobe em meio ao recuo do petróleo, embora guerra limite os ganhos — Foto: PublicDomainPictures/Pixabay
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  • Contratos futuros de ouro para julho fecharam em alta de 0,78%, a US$ 4.568,5 por onça-troy, na Comex.
  • O metal se recuperou parte das perdas da véspera, permanecendo sensível ao desempenho do petróleo.
  • O petróleo recuou e ficou próximo de US$ 110 por barril, aliviando a pressão sobre o dólar e os rendimentos dos Treasuries.
  • A incerteza causada pela guerra no Irã tem limitado ganhos do ouro, que continua preso a uma faixa de preço.

O ouro encerrou o pregão desta terça-feira em alta na Comex, com o contrato para julho subindo 0,78%, a US$ 4.568,5 por onça-troy. O movimento veio após perdas significativas registradas no dia anterior.

O metal precioso ainda reage à sensibilidade ao petróleo, o que o mantém dentro de uma faixa de preços relativamente contida. O recuo do petróleo suaviza pressões sobre o dólar e os rendimentos dos Treasuries, ajudando o ouro a recuperar parte das perdas.

A valorização ocorre pese à alta recente causada pela escalada entre EUA e Irã e pela incerteza geopolítica no Golfo. Analista destaca que, sem progressos para estabilidade na região, os preciosos permanecem pressionados por aços elevados do petróleo e por ganhos de curto prazo nos rendimentos.

Movimentos do petróleo e impacto no ouro

Na sessão, o petróleo recuou para perto de US$ 110, faixa que ajuda os ativos norte-americanos a se firmarem. A dinâmica inflacionária e a volatilidade geopolítica continuam a influenciar o humor do mercado.

Análise de cenário

Especialista aponta que a direção do ouro dependerá de avanços na estabilidade regional. Enquanto os preços do barril permanecerem elevados, os rendimentos de curto prazo devem permanecer sustentados, dificultando novas altas para o metal amarelo.

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