- A FecomércioSP aponta alta média de 2,89% em 12 meses para os itens mais comprados no Dia das Mães, abaixo da inflação de 4,37% e do 4% observado no mesmo período do ano passado.
- Joias apresentam a maior alta da cesta de 2026, com 26,81% (e alta de 32,54% de 2024 para 2025).
- Ouro valorizado no mercado internacional, impulsionado por incertezas geopolíticas; prata e bijuterias sobem 10,48%.
- Flores naturais, produtos para cabelo e livros não didáticos ficam 12%, 9,74% e 6,74% mais caros, respectivamente.
- No grupo de eletrodomésticos e eletrônicos houve queda geral, com exceção do ar-condicionado, que sobe 12,17% (refrigeradores 8,16%, ventiladores 7,24%, fogões 6,48%).
A FecomercioSP, que acompanha 38 itens tradicionalmente comprados para o Dia das Mães, apontou alta média de 2,89% nos últimos 12 meses. O índice ficou abaixo da inflação oficial de 4,37%.
Ao longo da cesta, joias tiveram a maior elevação, com alta de 26,81%. Entre 2024 e 2025, o aumento foi de 32,54%. O movimento é explicado pela valorização do ouro no mercado externo, influenciado por incertezas geopolíticas.
As flores naturais subiram 12%, assim como itens de cabelo, com alta de 9,74%. Livros não didáticos também ficaram 6,74% mais caros. Entre roupas, sandálias subiram 6,25%, blusas 3,47% e vestidos 2,22%; saias tiveram menor alta, 1,7%.
Motivos e impactos
Os itens de vestuário mostram variações moderadas, mantendo o ritmo de consumo típico da data. Em eletrodomésticos e eletrônicos houve queda de preços, com ar-condicionado registrando a maior queda de 12,17%.
Refrigerares, ventiladores e fogões também apresentaram quedas de 8,16%, 7,24% e 6,48%, respectivamente. A fecomercioSP ressalta que a cesta é uma média e não reflete preços uniformes.
Recomendações ao consumidor
A entidade recomenda realizar pesquisa prévia, comparar condições de pagamento e acompanhar o orçamento doméstico para evitar desequilíbrios financeiros. A variação entre itens reforça a necessidade de planejamento.
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