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Profissionais avançam com IA; empresas ficam para trás, aponta Microsoft

Microsoft aponta que profissionais avançam com IA, enquanto empresas ficam para trás, exigindo redesenho do modelo operacional

Fonte: Microsoft/Divulgação
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  • 49% dos profissionais usam chatbots inteligentes para tarefas cognitivas, 19% para colaboração, 17% para produzir conteúdo e 15% para busca de informações.
  • 66% dos usuários aumentaram o tempo dedicado a tarefas de alto valor, e 58% passaram a produzir coisas que não conseguiam há um ano; 80% são usuários avançados.
  • Parte desse grupo usa agentes autônomos em tarefas complexas, redesenhando fluxos de trabalho e definindo padrões de uso.
  • A maioria (86%) encara a IA como ponto de partida, mantendo a responsabilidade pelo raciocínio humano; 65% temem ficar para trás se não se adaptarem.
  • Apenas 16% das empresas estão adaptadas e consideradas avançadas; a maior parte permanece estagnada ou em estágio intermediário, segundo o Índice de Tendências de Trabalho 2026 da Microsoft.

A Microsoft divulgou o Índice de Tendências de Trabalho 2026, que aponta que a IA vem potencializando o trabalho, mas as empresas enfrentam dificuldade para acompanhar o ritmo. O estudo foi publicado nesta terça-feira e analisa o uso da IA no dia a dia profissional.

A pesquisa mostra que 49% dos profissionais utilizam chatbots inteligentes para tarefas cognitivas, 19% para colaboração, 17% para produção de conteúdo e 15% na busca por informações. O uso da IA tem aumentado a prevenção de gargalos e a eficiência em fluxos de trabalho.

66% dos usuários declararam que o tempo dedicado a tarefas de alto valor aumentou, e 58% passaram a produzir resultados que não conseguiam há um ano. Além disso, 80% dos trabalhadores são considerados usuários avançados, acionando agentes autônomos em ações complexas.

Impacto nas organizações

86% dos entrevistados tratam a IA como ponto de partida, mantendo a responsabilidade pelo raciocínio humano. Entretanto, 65% temem ficar para trás se não se atualizarem, 45% se sentem mais seguros ao manter metas atuais e 13% foram recompensados por redefinir o trabalho com IA.

O estudo, realizado com base em 100 mil interações no Microsoft 365 Copilot e em trilhões de sinais de produtividade, ainda envolveu entrevistas com 20 mil trabalhadores de 10 países. Os resultados sugerem que fatores organizacionais, como cultura e apoio da gestão, pesam mais que o esforço individual na adoção da IA.

Caminhos para as empresas

A Microsoft recomenda redesenhar o modelo operacional para acompanhar a IA, envolvendo líderes, equipes e estruturas organizacionais. Quem acelerar essa transformação pode ganhar vantagem de curto prazo e consolidar ganhos no longo prazo, segundo o levantamento.

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