- A C&A Modas registrou lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 218,7% frente ao mesmo período de 2025.
- A receita líquida consolidada ficou em R$ 1,62 bilhão, alta de 0,5% na comparação anual; o EBITDA ajustado foi de R$ 245 milhões, praticamente estável, e a margem de EBITDA ficou em 15,1%.
- A empresa encerrou antecipadamente o terceiro programa de recompra de ações, tendo adquirido 4.713.800 papéis, equivalente a 94,3% da execução prevista.
- Novo programa de recompra foi aprovado, com prazo de até 18 meses, até 8 de novembro de 2027, permitindo a recompra de até 10 milhões de ações ordinárias (cerca de 4,9% das ações em circulação).
- Analista técnico Fabrício Lorenz destacou uma “barra de força” e possível início de ciclo de alta, mas pediu atenção ao fechamento da sessão e ao teto técnico, sugerindo que movimentos acima de determinado nível podem não ser sustentáveis.
A C&A Modas (CEAB3) reportou lucro líquido ajustado de 8 milhões de reais no 1º trimestre de 2026, ante 2,5 milhões do mesmo período de 2025, crescimento de 218,7%. A divulgação ocorreu nesta terça-feira (5).
A receita líquida consolidada ficou em 1,62 bilhão de reais, alta de 0,5% frente ao 1º trimestre de 2025. O Ebitda ajustado ficou em 245 milhões, praticamente estável, enquanto a margem passou de 15,2% para 15,1%.
Recompra de ações: encerramento e novo programa
A empresa encerrou antecipadamente o 3º programa de recompra, aprovado em jan/2025. Foram adquiridas 4.713.800 ações, 94,3% da execução prevista. Um novo programa foi aprovado pelo Conselho, com até 18 meses de duração.
O novo ciclo permite a recompra de até 10 milhões de ações ordinárias, cerca de 4,9% das ações em circulação. A operação pode ocorrer em uma única sessão ou em etapas, conforme as condições de mercado, visando valor aos acionistas e maior lucro por ação.
Sinal técnico inspira cautela
Analista técnico afirma que a ação apresentou forte recuperação com alto volume no pregão recente, indicando potencial início de uma tendência de alta para os próximos meses. Há expectativa de continuidade, dependendo do fechamento do pregão.
O especialista ressalta que a barra atual sugere força compradora, mas recomenda observar o fechamento. Limites técnicos são apontados para não extrapolar ganhos acima de 1,30 real por ação, mantendo a operação dentro de faixas aceitáveis. O setor, no entanto, permanece desafiador.
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