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Disney supera projeções com alta de streaming e mira aceleração em 2026

Disney supera projeções com crescimento em streaming e parques; aponta aceleração no segundo semestre do ano fiscal e EPS com dois dígitos em 2026

Josh D'Amaro assumiu em março como novo CEO da Disney
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  • Disney teve lucro líquido de R$ 11 bilhões no trimestre, com receita de R$ 123,7 bilhões e lucro por ação ajustado de US$ 1,57, acima das projeções, mas 30% menor que o mesmo período do ano anterior.
  • Streaming e parques ajudaram no resultado: streaming (Disney+ e Hulu) subiu 13% para US$ 5,49 bilhões, com lucro operacional de US$ 582 milhões.
  • A empresa prevê aceleração do crescimento no segundo semestre do ano fiscal, com expectativa de crescimento de cerca de 12% no lucro ajustado por ação em 2026.
  • Anúncios indicaram reestruturação de marketing para aumentar eficiência e que investimentos em tecnologia, incluindo inteligência artificial, foram revistos, com busca de novas oportunidades junto à OpenAI.
  • Executivo destacaram demanda estável nos parques domésticos, mas observam incerteza macroeconômica; possíveis impactos no turismo incluem conflito no Oriente Médio e alta no preço de combustíveis.

Disney supera projeções com alta de streaming e prevê aceleração em 2026

A empresa confirmou lucro líquido de 11 bilhões de reais (2,25 bilhões de dólares) no trimestre, 30% menor frente ao mesmo período do ano anterior. A receita foi de 123,7 bilhões de reais (25,2 bilhões de dólares) entre janeiro e março, com lucro por ação de 1,57 dólar.

Os resultados ficaram acima das expectativas de analistas, puxados pelo desempenho do streaming e pela resiliência dos parques. Em carta aos acionistas, o CEO Josh D’Amaro destacou oportunidades de engajamento em ambientes digitais e físicos.

Perspectivas de crescimento

D’Amaro reiterou que o crescimento deve acelerar na segunda metade do ano fiscal. A Disney projeta melhoria de receita e lucro, mantendo a expectativa de crescimento de dois dígitos em 2027. A empresa apontou avanços de longo prazo em sua estratégia de crescimento.

A previsão aponta ganho de aproximadamente 12% no lucro ajustado por ação para o ano fiscal 2026. Executivos ressaltaram que a demanda nos parques domésticos está saudável, embora haja atenção à incerteza macroeconômica que afeta o consumo.

Streaming, marketing e tecnologia

O streaming teve papel estratégico no resultado, com Disney+, Hulu e demais serviços elevando a receita em 13% (para 27 bilhões de reais) e o lucro operacional em 88% (para 582 milhões de dólares). A companhia mencionou ajustes de eficiência em marketing.

Em relação à tecnologia, a Disney afirmou ter reestruturado esforços para reduzir custos e aumentar a eficiência. O texto aos acionistas indica que investimentos em inteligência artificial foram reconsiderados, com abertura para explorar oportunidades com a OpenAI e outros players.

Desafios e ambiente

Executivos lembraram que o cenário macroeconômico é volátil, mas a demanda pelos parques domésticos segue estável. Analistas destacam competição com plataformas como YouTube e TikTok, além de pressionar a TV tradicional. Questões geopolíticas e varejo de turismo global também influenciam o quadro.

Fonte: reportagens de Reuters, Variety e veículos internacionais sobre a gestão de Josh D’Amaro e a nova fase da empresa.

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