- Governo prepara nova etapa do Desenrola Brasil voltada a pessoas adimplentes com juros altos e parcelas pesadas, com lançamento entre fim de maio e início de junho.
- O foco inclui trabalhadores informais, mais expostos a crédito caro, devido à renda volátil.
- Também há estudos para incentivar estudantes adimplentes do Fies, em parceria com Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
- O Desenrola já está em funcionamento; bancos iniciaram renegociações nesta quarta-feira após ajustes operacionais.
- As pendências foram resolvidas com a publicação da portaria que regulamenta o programa.
O governo prepara uma nova etapa do Desenrola Brasil voltada a pessoas adimplentes com juros altos e parcelas pesadas. A ideia é apresentada entre o fim de maio e o início de junho, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Durigan explicou que o foco será ampliar o alcance aos trabalhadores informais, mais expostos a crédito caro. Ele mencionou uma segunda rodada para quem está em dia com as contas e enfrenta juros elevados.
O ministro também citou estudo de medidas para beneficiar estudantes que mantêm o pagamento do Fies em dia, com estímulos para incentivar a adimplência junto aos bancos públicos. O desenho ainda está em avaliação.
Adesão dos bancos
Durigan afirmou que o Desenrola já está em funcionamento após ajustes operacionais. Os bancos iniciaram renegociações nesta quarta-feira, com registro de primeiras negociações já efetivado.
Segundo o ministro, pendências anteriores foram solucionadas após a publicação da portaria que regulamenta o programa. Ele orientou os brasileiros a buscar seus bancos pelo aplicativo para renegociar imediatamente.
Foco em trabalhadores informais e renegociação de dívidas
O governo vê volatilidade de renda entre informais como motivo para juros mais altos. A proposta é oferecer uma linha de renegociação específica para esse público, anunciada no fim de maio ou começo de junho.
Durigan também mencionou negociação semelhante para o segmento estudantil vinculado ao Fies, com possíveis incentivos para manter a adimplência, em acordo com Banco do Brasil e Caixa Econômica.
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